Outro programa de tv que é diversão garantida. Tem coisa melhor do que rir do mico alheio? Não tem!
O Take me Out nada mais é do que uma versão contemporânea do finado Namoro na TV (não sei como lembrei desse nome!), onde 30 meninas tem a chance de pegar o single man da vez.
Funciona assim: cada uma das meninas fica atrás de um pedestal iluminado. Quando elas não gostam do candidato, elas apagam a luz. Aí, das que sobraram de luz acesa, o menino vai lá e escolhe a que mais gostou, e eles fazem uma viagem romântica, pra ver se o negócio engrena.
Mas é um processo divertidíssimo, a começar pela apresentação do cara. O apresentador falar: "Single man, reveal yourself!", e o dito cujo desce em um elevador futurístico (love lift), dá uma dançadinha e se apresenta para as meninas.
E ele vai se "revelando" em partes: conta o que faz, mostram um vídeo de amigos falando sobre ele, e se tem algum talento especial, faz uma performance (tipo um cara que era drag queen. Coitado, não sobrou uma luz acesa e ele foi embora sozinho). A cada revelação, as meninas tem a oportunidade de apagar a sua luz, não sem antes o nosso querido apresentador falar allgo do tipo:
- So girls, are you turned on or turned off?
ou
- You know the rules, girls: No likey, no lighty!
ou
- If he ain't Mr. Right, turn off your light!
Insisto: diversão garantida. Recomendo assistir o vídeo, até o final!
Então, da próxima vez que você achar que seu sábado a noite está arruinado porque você não vai sair de casa, think again! Só Take me Out salva!
Hoje rolou assunto polêmico no twitter. Polêmico para nós, blogueiros e blogueiras, esses viciados em internet que escrevem um monte de besteira e ainda querem que os outros leiam : )
A história resumida é a seguinte: uma blogueira popular (pra mim, quem recebe mais de 15, 20 comentários por post é popular) deu fim ao seu blog, mas seu post final deu margem a várias interpretações. Ao escrever "toda história tem um fim, até as mais bonitas", ela deixou muitos de seus leitores pensando que o que tinha acabado era o casamento (o blog não era necessariamente sobre o casamento, mas a história de amor do casal estava ali postada e foi um dos motivos pelo qual ela começou a escrever). Pra piorar, ela também deletou sua conta no twitter. O resultado foi mais de uma centena de comentários de leitores preocupados querendo saber exatamente o que tinha acontecido.
Acho que a blogueira não esperava tamanha comoção e respondeu nos comentários que ninguém se preocupasse - ela simplesmente não estava mais afim de escrever.
Isso gerou ainda mais polêmica, pois muita gente genuinamente achou que algo horrível tinha acontecido, e estavam cobrando dela uma certa compaixão. Enfim, ela escreveu de novo, rebatendo as críticas, e é claro, gerando ainda mais comoção, mas dessa vez em também alguns protestos.
Não dá pra falar quem tá certo ou quem tá errado nessa história. Fato é que nada justifica alguns comentários agressivos. Mas também é fato que nós somos muito passionais, e, a partir do momento que a vida alheia está ali exposta, a gente se sente próximo, quer saber, quer ser amigo, quer explicação.
Acho que como sou blogueira há uns 8 anos (passei por outros endereços antes desse aqui) e leitora há uns 10, consigo entender bem os dois lados. A gente cria mesmo esses laços, e acho que os leitores merecem sim atenção. Ou seja, mais do que um post que diz "FIM". Afinal, são os eles que perdem seu precioso tempo pra entrar aqui e fazer o contador marcar mais uma visita.
Mas olha, fiquei com invejinha, será que eu receberia centenas de comentários se terminasse com esse bloguito?
A foto abaixo não tem nada a ver com nada. Apenas uma foto que eu tirei brincando com a minha máquina e queria usar de alguma forma!
O que eu e você temos em comum é que já falamos mal do nosso chefe. Seja ele/ela bonzinho, gente fina, inteligente, que seja. É fato.
E tem coisa melhor do que ir até copa da firrrrrrma, pegar um café com os colegas e meter o pau na chefia? Não tem. Melhor ainda quando a chefa é novata e tá querendo mudar tudo.
Querendo mudar tudo = nos tirar da zona de conforto
Infelizmente eu não me lembro a última vez que tínhamos ido ao teatro. Sempre acabo comprando ingressos pro ballet, e o restante dos programas culturais acaba em segundo plano. Mas, há algumas semanas, o Matthew Fox (que para os fãs de Lost vai ser sempre o Jack Shephard) foi no The Graham Norton Show promover a peça dele, que acabou de entrar em cartaz aqui em Londres, "In a Forest, Dark and Deep", no Vaudeville Theatre.
Por coincidência, poucos dias depois eu estava andando por aquelas bandas e passei em frente ao teatro. Me deu 5 minutos, entrei e comprei ingressos. Não sabia muito bem a história, e comprei mesmo no impulso de ver o Matthew Fox de pertinho. Mas, supresa! A peça é bem legal! Primeiro que ficamos em um lugar muito bom (o teatro não é lá muito grande, o que já favorece), sem ter que ficar torcendo o pescoço pra conseguir ver tudo. O pouco que eu sabia da história, era que era "um thriller psicológico", e que os dois personagens (são apenas ele e a Olivia Williams, que fez Sexto Sentido e An Education, o tempo todo) são irmãos. Fora isso, não tinha ideia do que estava por vir!
Bobby é um autêntico machão e moralista. Betty é reitora de uma grande universidade com uma carreira acadêmica de sucesso. Tudo se passa nesse chalé, e nem posso falar qual é a do chalé porque esse entendimento também faz parte do enredo da peça.
O final é muito bom, e mesmo sem eu entender lhufas de teatro, acho sim que é um thriller psicológico. Tentei fotografá-los no momento do agradecimento, mas isso foi tudo que consegui:
Ela de camisa azul no fundo, ele de camiseta preta:
Contagem regressiva! Faltam apenas 500 dias para o início dos jogos olímpicos 2012, e como boa fã dos esportes, eu estou muito empolgada!
Eu lembro que em 2003, quando Londres foi eleita a sede para essas Olimpíadas, eu e meu pai pensamos que faltavam ainda 9 anos, que loucura, o que estaríamos fazendo em 2012, etc etc etc. Então combinamos de escrever uma carta para nós mesmos, que seria aberta no dias do início dos jogos. Minha cartinha lacrada está aqui guardadíssima (eu escrevi no dia seguinte), mas o seu Aurelio não cumpriu a parte dele.
Enfim, a partir de hoje os moradores da União Europeia podem fazer a inscrição para a compra dos ingressos. Digo inscrição porque no final, caso haja mais demanda do que quantidade de ingressos disponíveis para um certo evento, o negócio será resolvido no sorteio. Então você seleciona tudo o quer, insere os dados do pagamento, e espera! Pois é, vamos saber o que conseguimos apenas no dia 24 de junho. Tem chão.
Os nossos eventos escolhidos: Finais do vôlei (masculino e feminino), final do futebol masculino, final dos 100m nado livre masculino (esse ingresso dá direito a outra finais e semi finais da natação, que acontecem ao longo de uma tarde), final dos 100m rasos masculino (só pra ver Usain Bolt, e esse ingresso também dá direito a outras coisas, como na natação) e semi finais de tênis (masculino, feminino e duplas). Ufa, até que e bastante né? Espero que a gente consiga o máximo possível de eventos, e caso a gente dê a sorte de ganhar todos, vamos morrer com 630 libras. O que na verdade não me alarma, pois é uma coisa que quero muito e me preparei financeiramente pra isso.
Agora, fico na torcida pro Brasil chegar nessas finais também né?
Uma coisa que eu reparei logo nos meus primeiros dias, quando ainda não conhecia ninguém e andava pela cidade inteira o dia todo (o dó), é a falta de lixeiras nessa cidade. Sério, você pode andar pelas principais ruas de Londres e ficar muito tempo com o seu lixinho na mão!
Até mesmo estações de metrô tem esse problema, e é claro que o resultado é o pior possível: a turma joga no chão mesmo. Turistas e moradores, já vi muita gente deixando seu copo de café no cantinho ou jogando sua embalagem de sanduíche na calçada. Vergonhoso, foi assim que sua mãe te ensinou?
Mas claro, isso da falta de lixeiras tem uma razão: lembram que lá pelos anos 80 rolava uns ataques terroristas de autoria do IRA (Irish Republican Army)? Pois é, pelo que entendi, as lixeiras eram um dos melhores lugares pra colocar as bombas. E aí, mesmo com o fim dessa história toda, a cidade não tem até hoje lixeiras suficientes.
Engraçado que Londres é relativamente uma cidade limpa. Isso porque um batalhão de pessoas trabalha varrendo e lavando calçadas e ruas (andando pela Oxford Streer é fácil ser atropelado por um carrinho varredor), então fico imaginando se não seria ainda melhor se as lixeiras dessem as caras por aqui! Eu morro de vontade de sair correndo atrás das pessoas que jogam lixo no chão e dar uma bronquinha, mas acho que sou meio paranoica e fico com medo da reação que vou receber. Enfim, eu sei que a vontade de deixar seu copinho do Starbucks ali no corrimão da escada do metrô é grande, mas né, guarda na bolsa que você nem lembra! Chegou em casa, vai pro lixo!
Desculpem-me o turbilhão de fotos em um só post! Mas achei melhor colocar de uma vez do que fazer vários posts. E atenção ao título do post: essa é a "nossa" Roma! Claro que passamos pelos pontos que fazem da cidade um lugar tão famoso, e tenho centenas de fotos de cada um desses lugares, mas preferi dividir aqui esse lado mais pessoal do nosso passeio.
Eu juro que não foi com flash. Mas tem coisa que a gente espera a vida toda pra ver (30 anos and counting) e essa coisa merece que a regra seja desrespeitada. No photos, eu sei. Eu sempre respeito isso. Mas não vou ficar me justificando. Porque, como eu disse, esperei 30 anos pra ver o que Michelângelo levou 4 anos pra fazer (clique pra ver a foto grandona!). Fui rápida no gatilho. Ninguém ficou magoado!
Quando, no começo do ano, o Martin anunciou que precisava tirar 5 dias de férias até o fim de março, falei na hora: vamos pra Roma. Fechei tudo rapidinho, comprei meu guia (guia maravilhoso, vou postar sobre ele depois) e comecei a dar aquela pesquisada básica.
Depois de ver alguns blogs e sites de viagens, a impressão que eu tive é que o mundo todo já tinha ido a Roma, menos eu. Tantas dicas, tantos "top ten", tantos "tem que fazer isso", que eu tomei uma decisão: parei de ficar procurando muita informação e confiei plenamente no meu conhecimento teórico da cidade. Com a ajuda do guia planejei nossos dias por lá, e no fim deu tudo muito certo.
Então, antes de postar algumas fotos, eu quero dizer aqui que agora também me sinto no direito de dar uma dica sobre Roma, e ela é: NÃO SIGA DICAS! Claro, anotar o endereço de um restaurante (coisa que eu fiz e deu muito certo) e pedir opinião sobre o hotel e a melhor forma de transporte são coisas práticas, não é disso que estou falando, vejam bem.
O negócio é deixar Roma te levar. Você estudou o mapa, você sabe desde sempre o que tem pra ver e o seu guia querido está na sua bolsa pra te lembrar disso. Roma não precisa ser dita, Roma tem que experenciada. Sei que estou muito poética, mas o fato é que nunca senti tanta emoção em uma viagem.Roma. Roma. Roma. Eu fui, mas ainda não consigo acreditar.
Enquanto as fotos não sobem, o nosso querido e tradicional souvenir (falei pro Martin hoje que uma das coisas que mais gosto nas nossas viagens é chegar em casa e colocar o globo de neve novinho junto com o restante da coleção):
Esse post é um dos mais acessados do blog, e acho que já estava na hora de atualizar, pois ele foi publicado em 2011 e o Dr. Ítalo agora atende em outra clínica.
Sim, depois de tantos anos eu continuo com ele, tanto eu como o Martin. Ele é super paciente, bem humorado e didático. E o consultório é lindo, arejado e espaçoso.
Como eu falei quando publiquei o post de 2011, eu procurei o Ítalo porque ele é amigo do meu primo, mas eu continuo com ele porque acho que ele faz um trabalho maravilhoso. E não tem jabá nenhum rolando pra eu falar isso aqui, que fique bem claro.
Dica valiosa pra tchurma que mora aqui em Londres! Eu sei que todo mundo deixa pra resolver as coisas de saúde quando vai ao Brasil (sou meio contra, mas isso é assunto polêmico que até já comentei aqui), mas dentista é aquela coisa que a gente não pode ficar esperando muito tempo pra visitar né?
Enfim, tive uma super recomendação do meu primo: o melhor amigo dele, dentista, atende aqui!! Resolvi marcar (fiquei enrolando muito tempo porque sou mega apegada a minha amiga/dentista/vizinha no Brasil, a Mariela) e fomos lá, eu e o Martin, fazer aquela geral. Que grata surpresa viu??? A clínica é uma graça, o pessoal que trabalha lá é super atencioso e o Dr. Ítalo nem sem fala, paciência até a última gota.
Ah, o preço também é justo (veja bem, justo não é super barato), e mesmo convertendo em reais acredito que valha mais a pena resolver essa pendência por aqui mesmo! Afinal, dias de férias no Brasil são preciosos e ninguém merece trocar o churrasco por uma cadeira de dentista né??
Hoje tive a oportunidade de conhecer mais um museu aqui em Londres. Mas nada do estilo do Vic&Albert ou National Gallery. Foi o Museum of Brands (no twitter: @museumofbrands ), um espaço pequeno mais muuuito interessante lá em Notting Hill.
O museu surgiu da coleção de Robert Opie, que começou a guardar embalagens e propagandas impressas desde que tinha 16 anos. Os pais dele já eram colecionadores, então era uma coisa de família, eles nunca consideraram nada daquilo como lixo, tudo que era guardado tinha sua história e era cuidadosamente arquivado.
Hoje, apenas parte da coleção está no museu, já que Robert não tem dinheiro pra ir pra um lugar maior. Segundo ele, a maioria das coisas está guardada em um galpão e ele está correndo atrás de patrocínios. Por isso que eu queria escrever sobre o museu aqui: recomendo muito a visita! É tipo uma viagem pela história do consumo, e ele tem umas relíquias muito divertidas!
Estive lá filmando mais um dos meus vídeos de design pro Canal Londres, e como Robert foi super gentil e deixou a gente bem a vontade - sem contar que nos contou várias curiosidades - eu nem pedi pra tirar fotos, achei que seria muita folga.
Mas não resisti e comprei umas lembrancinhas na gift shop! Dois caderninhos de anotações com capa de estampa vintage e um livro com a história da memorabília da família real. O próprio Rober Opie edita e escreve esses livros, é uma colecão bem bacana!! Cada caderinho custou £5 e o livro £14,95.
Perguntei pra ele o que vale a pena comprar de souvenir do casamento do Prince William com a Kate Middleton, e ele aconselhou a ir atrás das coisas que as pessoas geralmente jogam fora: folhetos, calendários, etc. Ah, mas ele disse que é pra comprar a caneca com a foto dos noivos, que é um clássico kitsch!!!
...vamos visitar a terrinha novamente! Aliás, as duas terrinhas! Infelizmente o tempo será curtíssimo e a prioridade dessa vez é amassar o sobrinho que ainda nem conhecemos ao vivo e a cores.
A saudade claro que é grande, mas acho bom mesmo a gente se acostumar com isso de ir uma vez a cada vários anos, pois não há salário de Heloisa e Martin que pague uma viagem dessas todo ano!
Estou particularmente empolgada de voltar a Buenos Aires, já que a última visita nossa lá foi em 2007. Agora que me considero uma expert na cidade do Martin (preciso me achar ja que não posso falar isso de muitos outros lugares!) vamos aproveitar mais o tempo com os primos dele (que são umas figuras e eu adoro) além de visitar pontos mais específicos e restaurantes bacaninhas.
Então preparem aí o toddynho e a coxinha (y la parrillada por supuesto) que nós estamos chegando!
Acho que vou começar a escrever mais sobre os programas de tv que assisto por aqui, já que me ajudaram (ajudam!) muito na minha adaptação em Londres. Não digo apenas pelo idioma - isso é óbvio - mas também em relação a cultura, humor e tradições.
Acho que de longe o favorito é o The Graham Norton Show, que passa na BBC1 (tem tipo umas quatro BBCs, sendo que a 1 é a mais importante) nas noites de sexta feira. Esse é basicamente um talk show, mas que na minha opinião é muito melhor do que os que conheço.
O que ele tem de diferente é o fato de os entrevistados estarem juntos o tempo todo. Pois é, não é entrevista de 10 minutos cada um, ele chama os três de uma vez só e eles ficam ali batendo um papo durante todo o programa. Pra mim isso é MUITO mais difícil do que entrevistar uma pessoa só, porque você tem que ter aquela ginga de não gerar constragimentos e fazer com que o pessoal que está ali se de bem sem nunca ter se conhecido antes.
Graham Norton é perfeito nisso, seu humor cínico e politicamente incorreto - oops, acabo de descrever o humor inglês! - é divertidíssimo e ele é muito rápido, tem respostas ótimas e perguntas ainda melhores. Não teve uma vez que eu e o Martin não demos muita risada!!
Como eu falei, são 3 convidados geralmente: um bem local (na maioria das vezes um comediante britânico que faz stand up), um mais ou menos (pode ser local mas é conhecido internacionalmente), e uma super celebridade, do naipe hollywoodiano. Ah, tem também um número musical, que do meio pro fim se une aos entrevistados no sofá. Na minha opinião quem acaba roubando a cena em quase todos os casos é o local menos conhecido, que tira uma onda do celeb, a lá humor inglês, sem ele/ela entender direito o que está acontecendo.
Achei esse pedacinho de um programa até que recente, com o Keanu Reeves, é bem o começo e dá pra pegar o jeitinho do Graham Norton, vale a pena ver:
Mas, o ápice do programa é o final, no quadro "That's all we've got time for". Qualquer pessoa pode se inscrever pra participar, e funciona assim: a pessoa senta numa poltrona vermelha e conta uma história curiosa sobre algum fato da sua vida. Mas você tem que fazer a história ficar interessante, senão o Graham Norton puxa uma alavanca e te derruba da cadeira. Sei que parece idiota pra quem lê minha explicação, mas é realmente hilário (tem que ver com os comentários dos entrevistados e do apresentador né, que a essa altura do programa já estão entrosadíssimos).
Pra quem mora no UK, da pra ver tudo no BBC Iplayer. O episódio da semana passada foi bem engraçado, com a participação do Matthew Fox (alô, LOST!!!), John Bishop (o comediante local com sotaque de Liverpool MUITO difícil de entender) e Diane Kruger.
Sorry pelo post imeeeeenso, e pra quem quer aprender inglês eu recomendo assistir esses vídeos no You Tube! Muito vocabulário bom e sotaques dos mais variados!
Heloisa Righetto, 39 anos, sou paulistana com raízes catarinenses, moro em Londres desde dezembro de 2008 (mas o blog existe desde 2004). Sou designer por formação e trabalho com comunicação. Em agosto de 2018 terminei um mestrado em gênero, mídia e cultura.