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3 semanas


O Martin viajou a trabalho por 3 semanas (já faz quase uma semana que voltou). Não consigo me lembrar de nenhuma outra ocasião que a gente tenha ficado separado por tanto tempo.

Eu fiquei sim com muita saudade. Mas, como comentei com uma amiga, não foi de todo ruim. Calma! Não decidi que quero morar em casas separadas : ) foi apenas um tempo bom para fazer uma reflexão e me dar conta que eu sou eu sem ele. Deu pra entender?

O negócio é que quando a gente está há tanto tempo junto com alguém (e acho que no caso de famílias sem filhos isso acaba ficando mais forte), a gente meio que vira 2 em 1. No nosso caso, "Helô e Martin". Sacam? Parece que é uma personalidade só, um gosto só. E sim, claro que um influencia o outro: eu absorvi muito do jeito Martin de ser e vice versa (isso tem lado bom e lado ruim, mas agora não vem ao caso), e a gente meio que acaba se acostumando. Por isso, quando ele ficou esse tempo fora, eu acabei percebendo que ainda sou eu sem ele. Tô filosofando demais?

Pode parecer coisa pequena, mas eu me virei pra fazer as refeições. Eu NUNCA cozinho. Assim como ele NUNCA bota roupa pra lavar. Bom, eu precisei cozinhar, afinal não há orçamento que aguente comer fora todos os dias. E ele precisou lavar as roupas, afinal não tinha cuecas suficientes para 3 semanas : )

Claro que é maravilhoso "funcionar"como um casal. Acho que a partir do momento que essa engrenagem enguiça, a gente precisa repensar se vale a pena estar juntos. Mas é também muito gratificante saber que ainda funcionamos sozinhos. Quem sabe da próxima eu até arrisco fazer um bolo? (eu pensei em fazer dessa vez mas me dei conta de que não sei mexer na batedeira profissa dele)

Paris, só que quase

Estou em Paris (a trabalho) há dois dias e fico mais dois dias. Sempre que venho pra cá, seja a trabalho ou por puro lazer, a estadia é intensa. Sempre passa voando, seja andando pelos corredores da feira que venho cobrir ou sentada num café qualquer vendo o tempo passar.

Gosto demais daqui! Tenho grandes amigos na cidade e consigo andar nas ruas com uma boa noção de onde estou, sem depender tanto de mapas. Paris é tão legal que a gente fica adiando passeios clássicos nos arredores da cidade. Tem sempre um museu pra conhecer, ou mais um café au lait pra tomar. 

Acho que Paris sabia exatamente como eu estava me sentindo hoje (com saudades!), tinha até um recado em inglês no meio da rua, que implorava por uma foto mico:


100 dias, 100 segundos

Continuando com a tarefa de filmar 1 segundo por dia, aqui está a compilação de 100 dias (completados ontem). Tá ficando tão legal!



O Martin tambem fez a compilação dele (ele começou 1 dia depois de mim, portanto completou os 100 dias hoje), aqui está:



Rumo aos 365 dias!

Quiche do Martin

Ontem fiz um videozinho para o Instagram mostrando o Martin fazendo uma (ou um?) quiche, que é uma das especialidades dele.

Algumas pessoas perguntaram a receita, entao queria lembrar que ele tem um blog onde publica fotos e (as vezes) as receitas, é só clicar aqui. A receita do quiche está nesse post e clicando aqui voce ve todos os quiches que ele já postou.

Abaixo o videozinho que coloquei no Instagram e fez a turma que me segue ficar com fome ; )

Janeiro acabou e eu nem vi

Bem que eu queria que o ano só comecasse de verdade depois do carnaval. Depois que comecei a trabalhar com o que trabalho hoje, janeiro é o mes mais pancada de todos. Quando vejo, já estamos em fevereiro e 2012 parece muito distante.

Amanha sigo para a primeira viagem do ano com o Martin em vez da minha coleguinha de trabalho - na verdade é mais uma viagem de trabalho mas, como é pra um lugar que nunca fui, resolvi ir antes pra passar o fim de semana com o amore. Ele volta segunda, eu fico até quarta, mas já da outro animo!


Um pouco mais alto

Em julho, quando fomos passar meu aniverário em Paris, tivemos a ideia de refazer uma foto do Martin que havia sido tirada em 1982. Essa aqui:


Fim de semana que passou foi a vez de comemorar o aniversário dele, em Veneza. Repetimos a dose do "30 anos depois" com essa foto aqui, que ficou bacana demais:


Até que as coisas não mudam tanto assim...

8 anos de blog

Eu nunca lembro a data de "aniversário" do blog, mas dessa vez não vou deixar passar em branco. Hoje, dia 27/08/12, completamos (digo no plural porque o Martin tambem escrevia aqui no começo. Aliás, o primeiro post é dele) 8 anos escrevendo aqui.

Já pensei muitas vezes em apagar alguns posts - confesso que sinto vergonha de umas bobajadas que escrevi nesse período. Mas acho melhor deixar, afinal é um registro de como eu mudei desde os meus 24 aninhos.

Lá no começo ninguém sabia da existência do blog - apenas alguns amigos mais chegados, então a gente usava os posts quase como um chat: cheio de piadinhas internas que pra muita gente não faziam sentido algum (as vezes nem eu entendo do que estava falando quando leio algum post velho). Aí veio a mudança pra Londres e com isso ganhamos um monte de novos leitores - inclusive nossas famílias.

Hoje já nao sei definir o estilo desse blog - é uma mescla de diário pessoal, com álbum de fotografias, relatos de viagens, explicações sobre a vida em Londres, meus passatempos, meu trabalho, nossa vida juntos, quase o mesmo tempo de exitência desse canto aqui. É tipo um quebra cabeça de mim!

Volta e meia bate uma preguiça de postar e, claro, depois de tanto tempo blogando, impossível não me perguntar: continuo ou nao continuo? Mas vou continuando e acho que está bom assim. Poxa, esse blog me trouxe novas melhores amigas e melhorou demais a comunicação com os amigos de longa data e com a família. Fora os eventuais emails que recebo de leitores - é um capítulo a parte! Gosto demais.

Será que em 2020 vou olhar nos arquivos e sentir vergonha das bobagens que eu escrevi aos 32? Tomara que todo mundo que passa por aqui hoje continue acessando esse blog pelos próximos 8 anos. Valeu pela paciência pessoal! Nao é fácil ler tanta conversa fiada hein?

Men, we don't what we did!

Não sei se todo mundo conhece o seriado de desenho animado Family Guy? Aqui em casa somos viciados, não vamos dormir sem assitir os dois episódios diários que passam em um dos canais da BBC lá pelas onze e meia, toda noite (até os repetidos, pra vocês terem uma ideia).

Sei que tem quem deteste Family Guy (é mesmo controverso e polêmico), e pra quem assiste de primeira é mesmo esquisito - é preciso gostar do humor sarcástico, que tira sarro de si mesmo. Mas enfim, os roteiristas pra mim são brilhantes, principalmente quando o assunto desvia dos personagens principais, como nesse caso. A gente chorou de rir com essa parte, e a frase que é título desse post virou bordão aqui em casa.

Fora que o menino é a cara do Martin. Caiu como uma luva!

Martin Jobs

Eu sabia, eu sabia que um dia eu ia ficar milionária. O dia ainda nao chegou, mas sinto que está perto. Maridón passou semanas desenvolvendo um aplicativo e finalmente está pronto!!! Eu sempre digo que a necessidade faz o ladrao, e foi a mudanca de apartamento, e consequentemente a mudanca do meio de transporte que ele utiliza pra ir trabalhar, que acendeu uma luzinha na cabeca nerd do meu marido.

Enfim, o aplicativo está disponível por £0,60 para usuários de android, e é basicamente uma ferramenta pensada para quem pega trem todos os dias. Voce coloca a estacao de saída e voilá: os próximos horários de trem aparecem lá, dizendo destino e se está no horário.




Estou orgulhosíssima do patrao! Já to aqui me planejando para minha futura vida de dondoca (porque né, voce que pensa que eu ganho rios de dinheiro escrevendo sobre design.... favor baixar o app do meu marido)

Mais uma vez, Buenos

Já estamos nos últimos dias de férias, agora em Buenos Aires (chegamos aqui no domingo). Mas essa vinda a terra do meu marido tem um gosto especial dessa vez, já que meus pais e minha irmã estão aqui também. Há muitos e muitos anos que não viajámos os 4 juntos, desde uma viagem de carnaval que fizemos para Ubatuba quanto eu e a hermana éramos adolescentes e meu pai pronunciou, assim que voltamos pra casa: vocês são muito chatas, não dá mais para viajarmos os 4 juntos!

Ainda bem que o tempo passa, adolescentes viram adultos e pais ficam mais tolerantes.

de Ubatuba a Buenos Aires. Meu pai disse que agora a gente é mais legal.
Nota mil pro Martin que tem uma paciência de jó com a trupe dos Righetto.

"The man drawer"

Preciso confessar que a inspiração para esse post veio de um comediante que eu adoro, o Michal McIntyre (o vídeo dele falando sobre a man drawer está no fim do post, se o seu inglês está bom recomendo muito, principalmente para quem mora com um homem, é bastante engraçado). Para mim, a bolsa está para a mulher assim como a "the man drawer" (desculpem-me usar a expressão em inglês, mas acho que tem um efeito mais dramático do que a "gaveta masculina") está para o homem.

Tudo bem, não posso generalizar, então vou usar meu marido como exemplo. Ele é um homem que nasceu com sangue "faça você mesmo" - herança do pai. Então, a gaveta dele é sagrada. É cheia de entulho, cheia de coisas inúteis, mas das quais ele não vai se desfazer nunca. Coitado, dias atrás o obriguei a fazer uma limpa, achamos uma quantidade de cabos, telefones celulares velhos e carregadores, absurda.

Uma man drawer tem tantas inutilidades quantas utilidades.
a gaveta depois da limpa

Afinal, o que seria do meu marido sem seus martelos?


Ou sem sua chave multiuso que tem 50 cabeças (mas ele precisa de apenas duas?)?

Ou sem sua fita isolante?

Como estamos de mudança, a man drawer do Martin está em pleno uso, e há um certo orgulho quando ele me pergunta: mais alguma coisa pra tirar da parede? e vem contente com sua furadeira elétrica, completando: imagina se a gente não tivesse essa furadeira e eu precisasse tirar esses parafusos da parede com a chave? Pequenas coisas que o deixam feliz, esse é o Martin.

os ítens fora da man drawer, em pleno uso
E o paninho, minha gente? Por que tem sempre um paninho (que um dia foi uma camiseta) que é usado para tudo, e o coitado do pano nunca na vida viu um sabão. Eca. (alô colhega, o papel de parede na sua casa foi colocado com a ajuda desse paninho viu??)

A man drawer do Martin tem irmãos, e se espalhou para outros espaços, como essa caixa de plástico que nunca, jamais, foi organizada.

descendente da man drawer, man plastic box


repare na marca das cavilhas
Sim, um multímetro é indispensável na vida dele, assim como um pacote com 50 cavilhas. Outras coisas que não estão necessariamente na man drawer mas fazem parte do conceito man drawer: dinheiro de outros países (mesmo que a moeda não esteja mais em uso), pilhas velhas, chaves que ele nem lembra mais para que servem e por aí vai.

E você minha amiga, o que tem na man drawer do doido que divide a casa com você?

A arte de comprar um presente

Voltei a trabalhar e o Martin continua de férias, passeando por aí com os pais dele. Hoje eles foram bater perna na Ikea, e eu pedi pra ele comprar um presentinho pra mim.

Ikea. Mais de 20 mil opções de presente. E levando em consideração que o marido sabe muito mais sobre meu gosto em decoração do que meu gosto para roupas.

Ou seja, eu tinha certeza que ele chegaria em casa com um vaso bonitinho, ou algum acessório pra minha escrivaninha, esperava até um porta retratos ou na pior das hipóteses uma caneca, sabem? Porque com caneca não tem erro né? Presentinho coringa, sempre tem uma com estampa modernete, engraçadinha, sei lá.

Mas não.

20 mil ítens.

E ele chega em casa com um varal para calcinhas.

Foi-se o tempo que dar panelas era ofensivo.

O lado bom é que a cada gafe dessas os créditos do meu gift card da Zara que virá no aniversário (creio eu) vão aumentando.

Tinmar, ou melhor, Martin

Argentino tem cada uma né? Que povo esquisito, tá louco. Tem uma coisa que eles fazem que eu não consigo me conformar: trocar as sílabas de algumas palavras como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eu não sei se isso é coisa só de portenho ou se é comum em todo país, mas o Martin pelo menos faz isso muito, na mesma proporção que eu falo o super paulistanês "meu".

Confuso? Vou tentar explicar melhor. Por exemplo, digamos que a frase seja "vou fazer um sanduíche de queijo e presunto", que para o castelhano normal, aquele que eu e você tentamos aprender pra não sair falando portunhol por aí, seria "me voy a hacer un sandwich de jamón y queso", certo?

Aí que você ouve o argentino falar assim: "me voy a hacer un sandwich de monja y soque" e você se pergunta que raio de língua é essa que o infeliz tá falando.

Perceberam a troca das sílabas nas palavras jamón e queso? Pois é, é bem por aí. Assim, do nada, eles trocam as sílabas, de várias palavras, e o pior é que todo mundo se entende. As minhas preferidas são: rope (para perro), lonpas (para pantalon), jabru (para bruja), nerca (para carne), mionca (camion) e por aí vai.

Eu já pedi uma explicação mais lógica pro maridón (ou seria donrima??) mas é claro que não tem. É uma coisa que já nasce com eles, que nem o super ego.

Eu corro, tu corres

Lembram que no começo do ano eu contei que uma das minhas metas era retomar as corridas? Pois então, Martin e eu estamos aplicadíssimos nessa missão! Resolvemos de uma vez por todas (já faz um certo tempo, chegamos a pegar dias gelados de inverno) estabelecer uma rotina. Até porque não apenas eu vou fazer os 5km da Race for Life, mas me deu a doida e em poucos emails trocados com a Dri acabei me inscrevendo em uma meia maratona que vai rolar no fim de setembro. MEIA MARATONA. 21 KM.

Pois é. Ou treina, ou desmaia durante a corrida e paga o maior mico né?

Apesar de eu já ter flertado com a corrida nos anos interiores, raramente conseguia fazer um percurso de 5km sem fazer uma pausa, caminhar pelo menos 1km. Mas já há algumas semanas essas pausas tornaram-se desnecessárias e estamos até melhorando o tempo e planejando aumentar bem a quilometragem antes da Race for Life, dessa forma eu termino a corrida mais "inteira" e dando tchauzinho : )

Logo depois dos 5km, que será dia 3 de julho, vou começar um treinamento voltado pra meia maratona, gentilmente fornecido pela Rezinha, uma fanática por corridas!

Mas você lê tudo isso aí que eu escrevi e pensa que eu amo sair pra correr é? ERRADO! Eu queria muito que tivesse acontecido  comigo essa lenda urbana que diz que você fica viciado em correr. Seria tão mais fácil chegar em casa, trocar de roupa, alongar e dar os primeiros passos. Mas não, eu vou porque já me conformei que corrida é a única coisa que me ajuda a não virar uma baleia, já que eu odeio academia e o ballet não é suficiente.

E me inscrever nessas corridas me dá um objetivo, é uma coisa meio psicológica acho, eu preciso pensar que consigo me superar. Já me acostumei com corridas de 5km, já cheguei a fazer 10km (ano passado e retrasado, mas não estava preparada), pretendo ir muito bem na meia maratona esse ano e se, eu for uma pessoa sortuda e conseguir uma vaga no sorteio, a realização mor será terminar a maratona de Londres ano que vem.

Pois é, vai (me) entender.

Ah, por enquanto nosso treino consiste em 4 voltas de pouco mais de 1,2km cada, aqui na vizinhança do prédio.

Mas acredito que teremos que alterar esse percurso, porque no momento que chegar o treino da meia maratona, ficar fazendo a mesma volta dez vezes será meio sacal.

É isso! Queria contar um pouco do treinamento e ser aquela pessoa chata que fala: correr NÃO vicia (minhas duas amigas Renata - ela e ela - vão querer me matar!), mas queima a gordura da pança. No fim das contas, é isso que importa : )

Alguém ensina?

Lá na Tok&Stok tinha uma época que a gente mantinha um caderninho de pérolas. Explico: cada vez que alguém do departamento soltava uma frase engraçada, que perdia completamente o sentido fora de contexto, ia pro caderninho de pérolas. Aí tinha dias que a gente lia o caderninho em voz alta e todo mundo chorava de rir, claro!

Lembrei do famigerado caderninho porque volta e meia o Martin solta uma pérola, daquelas bem de marido clichezão sabem? Que dá umas desculpas esfarrapadíssimas pra não colocar a mão na massa quando a casa está um caos? Tem uma clássica, que eu sempre lembro: uma vez pedi pra ele fazer alguma coisa de limpeza em casa e saí. No fim do dia, perguntei - "você não fez aquilo que eu pedi?" e ele responde - "ah, era pra hoje?"

E por aí vai.

Aí hoje. Tipo agorinha. Eu levando roupa pro varal e mais uma vez dando sermão do tipo "você precisa participar mais da limpeza da casa blablabla (nem eu me aguento)..", e ele já se defende:
 - mas eu sempre levo as roupas limpas da máquina pra você colocar no varal!
Ah, e você acha que era essa a pérola. Peraí, melhora (ou piora).
Falei pra ele: "você podia começar a tirar a roupa seca do varal também né?"

Estão preparados pra resposta?

"MAS EU NÃO SEI QUANDO ESTÁ SECO"


EU NÃO SEI QUANDO ESTÁ SECO.

8 anos

Há 8 anos eu achei ele lá no meio da praça de alimentação do Mackenzie. Chamei ele pra vir comigo, e ele, naquele jeito zen que quem o conhece  sabe, pensou "por que não?" e veio junto.

Basicamente é isso, porque na prática entre eu achá-lo e ele topar, foram quase 3 meses de trabalho árduo minha gente.

Ó, como ele é perfeito!

UPDATE: Há bastante tempo que eu peco pro Martin escrever a receita do cupcake, porque bastante gente acaba pedindo! Mas quem conhece o menino sabe que nao é má vontade dele, é apenas preguica de redigir. Juro. Maaas, eu como mera espectadora posso dizer que o segredo nao está na receita, e sim na mega paciencia e atencao ao detalhe. Coisa que ele puxou do pai, e que passa longe de mim!!!

Atenção! O título desse post é uma brincadeira! Mas hoje estou bem contente de ter casado com o Martin e não com o Jenson (porque né, eu tinha essa opção), por essa razão:

Eu sou uma forte apoiadora dessa carreira lado b do meu marido, e acho que ele tem tudo pra ser mais um personagem daquelas histórias do tipo "larguei meu emprego numa instituição financeira e fui ser feliz fazendo cupcakes/cerâmica/pinturas/jardinagem" , sacam?

Amanhã a turma do trabalho vai se dar bem hein (felizmente nós somos controlados, porque de gordura já basta a existente na minha barriga/coxa/pescoço/braço) !?

Orgulho de marido

Porque diversão não é jogar video game. É olhar os outros bobões jogando! Meu orgulho, e da Colhega. Que meigos, que meigos!

ps.: sou muito monga por não ter conseguido virar o vídeo?


Domingo é baking day

Domingos aqui em casa é dia do Martin fazer alguma de suas mirabolantes receitas.

Esse dia e também conhecido como "o dia da farinha espalhada no chão" ou "o dia em que todas as panelas ficam sujas de uma vez só".

Ah, pra vocês terem uma ideia da grandiosidade aqui da mansão, eu tirei essa foto do meu super home office, que fica literalmente coladinho a bancada da cozinha.

Paradinha

Até o início do próximo mês acho que não vou conseguir focar em outra coisa a não ser o trabalho. É que depois das feiras que o bicho pega, pois é preciso organizar as informações, as fotos, a bagagem, a entrega das matérias. Já estou acostumada, mas será a primeira vez que terei tão pouco tempo entre três feiras.

Pelo menos eu tenho a impressão de que a mais punk de todas já foi, que é essa de Colônia. Eu tinha falado pro Martin que ia levar o relojinho de corrida comigo, porque queria ter uma ideia da distância que eu caminho quando vou nessas feiras. É um treino pra maratonista nenhum botar defeito! Somando ainda o fato de ter que carregar máquina fotográfica, bloquinho e caneta, bolsa cheia de pilhas e cartões e várias sacolas com catálogos e press releases.

Mas estranhamente fazer a cobertura dessas feiras é uma das coisas preferidas do meu trabalho! Se apenas eu pudesse levar o marido anexo.... quem sabe quando eu for super renomada e requisitada eu peço essa condição para os editores? Vai sonhando....