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Mês vegetariano


Julho foi um mês atípico. Entre tantas coisas que aconteceram, foi o mês que experimentei ser vegetariana. Eu e mais 3 amigas (até fizemos uma conta no Instagram pra registrar, está aqui, mas no fim das contas eu e a Renata que postamos mais) decidimos, em um dos nossos encontros, colocar o pé no vegetarianismo por um mês para ver no que dava. A ideia era tentar, mas nenhuma de nós 4 achava que iria terminar o mês e continuar vegetariana.

Bom, a princípio a proposta era fazer isso entre 1 e 31 de julho. Mas eu estava de férias em Portugal até dia 6 de julho, e foi impossível começar no dia 1. Eu achava que poderia tentar, mas chegando lá percebi que teria que comer macarrão todos os dias, os restaurantes do Algarve realmente não tem opção. E também acabei nem comentando com os meus pais porque sabia que eles iriam se dobrar em mil pra dar um jeito de eu comer bem. Então resolvi adiar e só no dia 6 comecei minha pequena saga vegetariana.

Nenhuma de nós 4 conseguiu ficar o mês todo sem carne. Eu mesma furei umas 4 vezes (sendo que uma delas por puro esquecimento). Não sentia falta da carne vermelha, mas sentia falta de carne. De peixe, de frango. De ter mais opções. Notei que mesmo em Londres, uma cidade onde dizem ser muito mais fácil para veganos e vegetarianos saírem para comer, ainda é bem restrito. Os cardápios dos pubs, então, nem se fala: tem 1 ou 2 coisas vegetarianas (salada e massa), geralmente algo pra constar, dá pra perceber que quem bolou o menu não pensou realmente em algo bacana para esses clientes.

O Martin também acabou entrando na dança, afinal é ele que cozinha aqui em casa. Fez uns pratos novos, ótimos, mas tudo tinha que ser pensado com antecdência. Por causa do hábito de ir no supermercado e pegar qualquer coisa pra jantar no mesmo dia, ele achou difícil fazer a janta sem se programar. E isso é o que achei mais chato do vegetarianismo: ter que pensar em comida o tempo todo. Sei que quando vira um hábito não é preciso fazer esforço, mas pra quem tá começando é um mega obstáculo.

Não sei se foi porque julho foi um mês de muito calor aqui em Londres, mas outra coisa negativa foi que me senti sem energia. estava cansada o tempo todo. Pra piorar fechei o mês com uma virose que me deu muita dor de cabeça e enjôos por 24 horas, da qual levei uma semana pra me recuperar completamente.

Concluindo, não foi algo prazeroso. Eu achei que seria muito fácil, e não foi. A boa surpresa é que não senti falta mesmo da carne vermelha, não estava com mega vontade de comer um bife, e acho que é algo que quero sim diminuir no meu dia a dia. Mas por outro lado não quero deixar de comer algo que amo (como por exemplo sushi e sashimi) e de experimentar coisas típicas de lugares novos que conheço. Então não sei se conseguiria ser 100% vegetariana. Talvez uma vegetariana ocasional?

O nosso Supper Club


Já mencionei aqui casualmente sobre o nosso Supper Club, mas acho que estava faltando um post pra esclarecer - lá no Aprendiz de Viajante tem uma página especial dedicada a isso, e quando mudei o layout desse blog incluí no menu principal as duas opções que oferecemos (chá da tarde e jantar britânico).

Importante: o próximo é o de chá da tarde, dia 12 de março! Ainda tem UMA VAGA!!!!




O que é um supper club?

Um supper club é uma mistura de restaurante e jantar na casa dos amigos (‘supper’ é uma palavra em inglês para jantar). Você janta fora, mas em vez de ir num restaurante, vai na casa de uma pessoa que você não conhece, dividir a mesa com outras pessoas que você não conhece. Geralmente, um supper club é feito por cozinheiros amadores, que são como eu e você: trabalham em um escritório dia de semana, não tem pretensões de abrir um restaurante mas gostam tanto de cozinhar que querem ir um pouco além de ‘fazer almoço e janta’.

É uma experiência muito bacana, tanto para quem recebe quanto para quem visita. Quem faz o supper club tem a oportunidade de cozinhar para desconhecidos e realmente colocar seus dotes culinários a prova, e quem vai tem a oportunidade de conhecer gente nova e jantar em um ambiente intimista, com comida caseira muito bem feita.

Por que vocês resolveram fazer um supper club?

Há alguns anos a gente vem conversando sobre isso, mas a conversa nunca virava algo real. Foi então que tive a ideia de unir o útil ao agradável: fazer o supper club para os leitores do Aprendiz de Viajante e do meu Guia de Londres. Dessa forma, eu poderei conhecer algumas das pessoas que curtem o meu trabalho, na minha casa. Vou adorar recebê-los aqui e conversar sobre Londres!

E quem vai cozinhar?

O meu marido, Martin. Se você me segue no Instagram ou Snapchat (helorighetto), já deve saber que ele é o cozinheiro da casa. Ele é o responsável pelas nossas refeições há anos, além de preparar doces muito gostosos.

Onde é?

Na minha casa, que é no bairro de Greenwich em Londres, e eu enviarei o endereço e as instruções detalhadas de como chegar por email em uma data mais próxima ao evento, depois que você já tiver reservado/pago seu lugar

Quantas pessoas vão?

São 6 pessoas (sem contar eu e o Martin), assim conseguimos acomodar todos confortavelmente. O supper club acontece se tivermos no mínimo 4 pessoas confirmadas até 10 dias antes da data (devolveremos o dinheiro de quem comprou caso o evento seja cancelado).

E qual é o cardápio?

Temos duas opções: jantar britânico e chá da tarde (clique no seu escolhido para saber mais informações).

Como faço para garantir o meu lugar e quanto custa?

Basta escolher uma das opções de menu – e fazer o pagamento através do PayPal. O jantar custa £25 por pessoa e o chá da tarde £30

Eu quero ir mas não posso nos dias anunciados

Deixe um comentário aqui falando que dia seria bom pra você, e dependendo da demanda a gente pode marcar! A ideia é sempre ir marcando novas datas, então aguardo o feedback de vocês!

Por que você cobra em Libras?

Porque eu moro aqui, e preciso comprar todos os ingredientes e materiais necessários para fazer o supper club acontecer. Independente da cotação da Libra x Real, o preço não vai mudar.


Se alguém ainda tiver dúvida, é só deixar um comentário aqui!

Comida e corrida

Eu esqueci completamente de escrever aqui sobre o nosso Supper Club. Pois é, depois de alguns anos 'pensando em um dia talvez quem sabe fazer um supper club aqui em casa', finalmente colocamos a ideia em prática. E já estamos na segunda rodada! O primeiro foi em dezembro passado, e o segundo nesse fim de semana. É uma frequência boa, pois organizar tudo requer trabalho, e no dia, claro, é preciso colocar a mão na massa. Ou seja, é trabalho, e pra trabalhar no sábado é preciso de muito tempo pra recuperação!





Por um erro de planejamento, eu acabei marcando uma prova de corrida (10k, de novo) para a manhã seguinte ao supper club. Então esse foi um fim de semana, eu diria, produtivo. Mesmo indo dormir mais tarde no sábado, acordamos bem no domingo, e embaixo de chuva fomos para a largada da corrida na Trafalgar Square. Os pés estavam ensopados antes da marca do primeiro quilômetro, mas os treinos constantes provaram sua eficiência e pela primeira vez corremos 10 quilômetros em menos de uma hora (57 minutos).

A photo posted by Helô Righetto - #GuiaDeLondres (@helorighetto) on


E pensar que fizemos essa mesma prova ano passado com o tempo de 68 minutos. Por isso que eu digo: não adianta ter pressa, mas tem que ter consistência!

Pra quem me pede dicas de corrida, esse post que fiz há alguns meses continua válido. Pensei em escrever uma atualização, mas está bem completo (modéstia a parte) e por enquanto eu não tenho nada a acrescentar.

De repente, abacate

Quando eu era pequena, nem sei quando, mas bem pequena mesmo, eu decidi que não gostava mais de arroz. Não sei porque, simplesmente não suportava mais arroz e cortei o bendito totalmente das minhas refeições. Feijão sem arroz, carne moída sem arroz e até temaki sem arroz.

Isso durou muito, muito tempo (haja paciência dos meus pais, se fosse minha filha tinha engolido arroz a força. Bem, talvez seja melhor mesmo eu não ter filhos), muito tempo MESMO. Tipo, quando conheci o Martin (tinha 23 anos) eu ainda não comia arroz. E não lembro exatamente como e quando eu voltei a comer. Acho que fui consumindo um sushi aqui, outro ali e quando vi já tava feliz pedindo pro Martin fazer arroz com feijão pra gente comer.

Mas pera, se você tá achando essa história um absurdo, fica pior: eu não comia abacate. NUNCA tinha comido abacate na vida, e sempre olhava com nojinho. Pior que o arroz, que pelo menos eu sabia o gosto, tinha provado. Podia dizer com propriedade: não gosto. Mas o abacate, não. Eu não comia guacamole, olha só a coisa maravilhosa que eu estava privando de mim mesma?

E aí mudei pra Londres. E aqui tem abacate em tudo. O povo ama um abacate. De café da manhã, de almoço, de janta. Com qualquer coisa. Se você acha que abacate é popular no Brasil, vem pra cá - aqui tem abacate onde você menos espera.

Então finalmente me rendi ao abacate. Não apenas me rendi, como viciei - o que talvez seja pior, porque agora todo dia eu almoço algum sanduba, grelhado ou salada que tenha abacate. Sabe quando você ama uma música e escuta só ela até não aguentar mais? Pois bem, eu e o abacate nesse momento. Paixão louca.

Tô até marcando o Martin em receitas que tem abacate, e esse sábado, espero eu, vou comer abacate com ovinho mole de café da manhã!

Let's Food This

Sei que ando monotemática ultimamente -Instagram pra lá, Instagram pra cá (já me segue?) - mas é que nao canso dessa rede social! Pra mim, é uma mistura de saber novidades dos amigos, fucar na vida de gente que gosto mas nao conheco pessoalmente, e principalmente buscar inspiracao.

Bom, gosto tanto que há umas semanas criei com o Martin mais uma conta lá, só pra 'falar' de comida. Já queríamos em fazer algo assim há tempos, mas todos os nomes bacanas que a gente pensava, já existiam, e fomos deixando pra lá. Aí um dia eu tive um 'clique' e por sorte o nomezinho estava disponível ==> @letsfoodthis



Entao é isso: um perfil no Instagram onde vamos postar imagens e vídeos de comidas e bebidas, nao só o que é feito lá em casa mas também de lugares que visitamos.

Também vamos postar algumas receitas do Martin em formato de vídeo, a primeira já está no ar. (Cinnamon Buns, tem traducao pra portugues? Paozinho de canela? Bolinho de canela?)

Festa estranha com gente esquisita

Sexta feira fomos pela primeira vez em um Supper Club. Um Supper Club é um jantar (por isso a palavra 'supper' que aqui é mais usada do que dinner) feito por uma pessoa que não é um chef profissional e faz isso como um hobby, ou um complemento. É como se eu e o Martin fizéssemos um jantar aqui em casa, mas em vez de convidar os amigos que conhecemos, viriam pessoas pagantes, as quais nunca vimos antes na vida.

Eu não sei quando foi que começou essa onda de Supper Club, mas eu só ouvi falar há uns 2 ou 3 anos. Desde então ficamos ensaiando ir em um (e já conversamos sobre fazer um, mas e a preguiça de organizar?), e finalmente eu achei um bacana (valeu, Twitter!) e marquei. Lá fomos nós para um 'lugar secreto' enviado por email depois que efetuei o pagamento online.

Outra coisa interessante do Supper Club é que você tem que socializar com as outras pessoas que estão lá. Não é como ir em um restaurante e ter sua própria mesa: o espaço é pequeno e você divide a mesa com outras pessoas. Nesse caso tinha bastante gente, uns 20 mais ou menos. Então nos vimos cercados de desconhecidos que estavam louquinhos pra conversar, e não tivemos outra saída senão bater papo.

Uma situação um tanto quanto surreal, já que o grupo era bem peculiar. Um de cada nacionalidade, um mais esquisito que o outro (aposto que acharam isso da gente também). Teve a grega que abraçava todo mundo e fazia hi 5 toda hora, a alemã que me contou que o ex marido roubou todo dinheiro dela, o chinês que contou sua história de vida sem ninguém ter perguntado, o inglês que sobreviveu ao nascimento pré maturo graças a doação de sangue de uma mulher italiana... enfim, isso é só um aperitivo.

E a comida? Estava deliciosa. Foi um jantar japonês, com 4 pratos. Valeu bastante a pena, e apesar dos coleguinhas esquisitos, vamos procurar outro Supper Club em breve!

Ah, para os curiosos: pagamos 29 libras por pessoa, e cada um levava sua bebida.

A photo posted by Helô Righetto (@helorighetto) on

Quiche do Martin

Ontem fiz um videozinho para o Instagram mostrando o Martin fazendo uma (ou um?) quiche, que é uma das especialidades dele.

Algumas pessoas perguntaram a receita, entao queria lembrar que ele tem um blog onde publica fotos e (as vezes) as receitas, é só clicar aqui. A receita do quiche está nesse post e clicando aqui voce ve todos os quiches que ele já postou.

Abaixo o videozinho que coloquei no Instagram e fez a turma que me segue ficar com fome ; )

Exposição: elBulli - Ferran Adriá and The Art of Food

Tem uma exposição ótima rolando na Somerset House até setembro, sobre o restaurante elBulli e Ferran Adriá, um dos chefs de cozinha contemporânea mais importantes (da década? do século?) da atualidade, que ganhou fama graças a sua abordagem criativa e inovadora que transformou refeições em verdadeiras experiências no (agora fechado) restaurante elBulli.


A exposição é ótima, e conta toda a história do elBulli e de como Ferran Adriá chegou lá e passou de cozinheiro a chef, de chef a proprietário. Logo na entrada o foco é no fechamento do restaurante, e aí você começa a se perguntar "por que o cara fechou um restaurante tão bem sucedido?". Essa dúvida é respondida ao longo da exposição, que mostra os novos caminhos que o elBulli está seguindo - e aí dá até uma certa ansiedade pra ver o resultado dessa transformação. O elBulli basicamente será um caldeirão de idéias - como dizem por aí, um think tank - para os amantes de gastronomia, um centro de estudos e desenvolvimento pioneiro, que com certeza vai inspirar muita gente e transformar a maneira como interagimos com os alimentos. É sensacional.


A parte que eu mais gostei da exposição é um setor multimídia que mostra o conceito e a preparação de vários pratos que eram servidos no elBulli. É realmente uma coisa de outro mundo, fiquei boquiaberta em ver como tem gente tão avançada, que vê além do habitual. Ainda bem!

Também adorei saber que Ferran Adriá fez várias colaborações com designers, desenvolvendo peças especiais para servir seus pratos.



Vale demais a pena, e não precisa ser "foodie" pra gostar da exposição - mas tenho certeza de que qualquer pessoa sai de lá inspirada e com vontade de fazer umas invenções na própria cozinha!

O ingresso custa £10, vai até dia 29 de setembro (aberto todos os dias das 10 às 18h). Mais informações no site da Somerset House.





14/04, o dia que abrimos as janelas pela primeira vez em 2013

Nesses 4 anos e meio de Londres tem uma coisa que eu sempre, sempre evitei: reclamar do tempo. Pra mim, ficar se lamentando por causa do frio, da chuva ou do céu cinza é tão irritante quanto o frio, a chuva e o céu cinza. E pra ser honesta, até 2013 nada disso tinha me incomodado. Tá frio põpe casaco, tá chovendo coloca galocha e pega o guarda chuva, tá cinza tá a cara de Londres e pronto. Muito mais fácil.

Mas 2013 chegou e com ele um inverno do mal. Muito, muito do mal. Que ficou mais tempo do que o convite dizia e me fez reclamar. Friozão em janeiro? Normal. Neve em fevereiro? Super legal. Em março? Bom... ok, meio fora do comum. Neve em abril? Frio de cortar os pulsos na Páscoa? Aí não dá.

Então aqui estávamos, esperando loucamente pelo dia em que acordaríamos pra um clima ameno. Um dia que, em vez do casacão, poderíamos talvez sair de casa de jaqueta jeans. E esse dia finalmente chegou! Hoje, 14 de abril, saímos de casa com os bracinhos de fora (nem a jaqueta precisou!) e comemoramos  a primavera como se não houvesse amanhã.

No nosso caso, mais ou menos assim...

Uma visita ao pub preferido:

A primeira Pimm's do ano:

Sol na cara e braços de fora, yes!

E mariscos pro almoço:

Que ela tenha vindo pra ficar, porque agora eu já abri as janelas!

Dorset coast: Poole

Reservamos um dia pra conhecer Poole, cidade vizinha de Bournemouth, que, apesar de estar na costa, não tem praia. Mas tem marina. E se tem marina, tem passeio de barco!

Fizemos um "cruise" de uma hora, que passou por alguns ícones da Jurassic Coast, como a Brownsea Island e as formações rochosas apelidadas de Old Harry Rocks. Mesmo com o tempo nublado, o visual é muito bonito! 




 




A cidade é pequena, dá pra visitar em menos de um dia. Mas a gente não tinha pressa, exploramos todo o entorno da marina, almoçamos super bem em um dos pubs  - aliás eu comi uma porção deliciosa de mariscos, de competir com os que comi na Bélgica! - visitamos o Poole Museum (entrada gratuita) e sentamos pra tomar um café, ver a vida passar e tentar adivinhar se o iate milionário que estava estacionado ali pertencia ao Neymar. 

    




 


Parada obrigatória em Colônia

Ir pra Colônia e não ir jantar no Früh não dá minha gente! Esse restaurante com extenso cardápio alemão fica a um pulinho de distância da Catedral, está sempre movimentado mas vai ser facinho achar uma mesa vaga. Isso porque o local é imenso, meio que um labirinto, tem vários andares, salas escondidas, escada por toda parte. Vai indo que você acha!

Olha, eu fiquei com preguiça de pesquisar, mas pela minha singela experiência (poxa, quatro vezes na cidade tem que contar pra alguma coisa), Früh é originalmente uma cervejaria, o restaurante veio depois (aliás ele é localizado onde antes era a cervejaria em si). Então, claro, se for tomar cerveja (talvez eu seja a única esquisita que vai pra Alemanha e mesmo assim não encara cerveja), tem que ser a da casa! os garçons andam com umas bandejinhas sempre lotadas de copos cheios (se não me engano o nome da tal bandeja é Kölschkranz), e vão distribuindo pelas mesas. Então cuidado, se sua cerveja está na metade e você não quiser mais, tem que falar, senão vem o tiozinho e já coloca uma nova!

imagem via

Então vai que não tem erro. Iniciantes, recomendo pedir uma Bratwurst, que nem a Dani.

e a cervejinha ali do lado né, nem conto quantas ela tomou.

No meio do nada

Há uns meses atrás eu achei, em um desses sites de compras em grupo, uma promoção para uma noite em um hotelzinho no interior da Inglaterra. O preço era bacana, levando em consideração o pacote todo, o qual incluia a hospedagem, jantar  e café da manhã. Já que esse segundo semestre foi de muito trabalho e correria, achei que merecíamos um mini descanso!

Aí tivemos a brilhante ideia de chamar dona Marina e seu Rodrigo, e lá fomos nós 4 em plena sexta feira a tarde pegar o trem para o meio do nada, no condado de Lancashire, noroeste do país.





A estação de trem mais próxima da pousada é Town Green, e de lá caminhamos pouco mais de um quilômetro para finalmente chegar ao destino final. A caminhada foi uma experiência por si só, uma verdadeira imersão na vida dos vilarejos ingleses.


As expectativas para o jantar eram altas, já que a pousada pertence a um desses chefs bacanudos daqui. E olha, não deixou a desejar: comemos muito bem (e fofocamos muito também, já que nossa mesa estava estrategicamente localizada e tínhamos visão privilegiada de todo o restaurante)





E já que estávamos perto de Liverpool, no sábado pela manhã fomos pra lá aproveitar o dia e conhecer a cidade antes de pegar o trem de volta para Londres. Assunto para o próximo post!

Nas férias pode

Ainda bem que quando a gente chegar em Londres já vai estar quase na hora de se cobrir de casacos, porque...





Comilança, comilança, comilança. E ainda tem Buenos Aires pela frente.

Uma maravilha francesa

Olha, antes de tudo preciso dizer que não sou entendida de culinária, muito menos de culinária francesa. Aqui em casa a gente sofre pra conciliar as compras, nunca tem nada pra comer, acho a parte mais difícil de ser adulto e ter que administrar essa coisa de café da manhã, almoço e janta. Minha mãe fazia almoço pra mim e pra minha irmã todo santo dia, é de dar troféu e chamar ela pra morar aqui comigo.

Mas enfim, ao post. Já falei tantas vezes aqui da sorte que é ter dois dos nossos melhores amigos morando logo ali em Paris. Sim, logo ali porque acho que nos vemos mais hoje em dia do que quando morávamos em SP. Então, nada melhor do que ir lá do outro lado do canal e aproveitar a hospitalidade dos amigos, que não apenas fornecem cama e chuveiro, mas sempre esquematizam umas jantinhas das boas.

Nas últimas vezes que os visitamos eles nos apresentaram o queijo raclette, e junto com ele, a racleteira. Funciona assim: esse "grill" vem com umas mini bandejinhas, nas quais você coloca os pedaços de queijo (raclette, de preferência né). Aí, quando está no ponto, meio que borbulhando, é só jogar o queijo sobre um pedaço de pão ou uma batatinha cozida. Fora que na parte de cima da racleteira dá pra esquentar um salaminho ou grelhar um cogumelo.

Foi amor  a primeira vista. Para um casal que fica feliz em jantar sanduba de queijo e pepino dia após dias, a possibilidade de encher a pança de queijo derretido com pão e batata fez nossos olhinhos brilharem. E desde então desejamos ter uma racleteira para chamar de nossa.

Só que a gente nunca comprava a dita cuja, e de tanto falarmos da nossa adoração pela Raclette, os amigos foram lá e pimba: deram uma racleteira pra gente nessa última vez que fui pra Paris, no começo do mês. Gente, isso é que é anfitrião: você vai na casa deles, enche o saco e ainda por cima ganha presente.

De lá pra cá a gente já usou a racleteira duas vezes, sucesso total. Recomendo demais essa delícia francesa e muito, muito engordativa.







Chocolate em Amsterdã

Bom, como ando trabalhando demais e me distraindo de menos (ou seja, nada de assunto bom pro blog), vou escrever um pouco mais sobre Amsterdam. Acho que esses posts dicas acabam se perdendo por aqui, mas gostei das fotos que fiz nessa loja, entao, post nela!

E tem jeito de chocolate ficar ruim na foto? Nao, nao tem. Pois é, sem querer achamos esse loja de chocolates, chamada Puccini, ali perto do Red Light District. Fomos até essa rua porque uma das minhas paradas obrigatórias era na Droog Design, e acho que o cheiro de chocolate nos puxou até lá.









Pois é, nem preciso comentar foto a foto né? É bom galera. Vale a pena ir até lá.
Endereco: Staalstraat, 17 (tem em outro endereco também, só olhar no site deles)