Wagner

outubro 30, 2010 Helô Righetto 5 Comentários

Update: Wagner sobreviveu a mais uma semana! E adorei os comentários de apoio a ele, nao sei se ficou claro, mas eu também quero que ele vá longe! Go Wagner!!
Breve explicação para quem não mora no Reino Unido: O X Factor é um dos programas de tv mais populares daqui. Basicamente é um show de talentos, mas com produção peso pesado e jurados super conhecidos. Os vencedores geralmente conseguem continuar a carreira, e as vezes até mesmo os que chegam em segundo ou terceiro lugar terminam com um contrato para lançar um cd. Leona Lewis, Alexandra Burke, JLS e Diana Vickers são alguns "filhos do X Factor".

Querendo ou não, todo mundo aqui sabe o que se passa no programa, que começa em julho, na fase das audições. O fim é pouco antes do Natal, e o vencedor quase sempre emplaca um single entre os top 3 do Natal por aqui.

Bom, tudo isso pra falar que temos um representante brasileiro entre os finalistas - ou seja, que conseguiu chegar na parte dos shows semanais ao vivo e fica a mercê dos votos dos espectadores para continuar no programa. O negócio é que o Wagner está causando uma certa polêmica. Não tenho muito como explicar, vocês terão que assistir o vídeo. Claramente, ele não tem a voz de um popstar, mas tem carisma e é divertido. Já ouvi muitos brasileiros que moram aqui dizerem que "estão com vergonha" de ter o Wagner ali, que é um péssimo representante do Brasil, etc etc etc.

Mas olha, eu não vejo problema nenhum. O cara é um ser estranho, mas estranheza por estranheza todo ano o X factor tem alguma coisa. Ano passado, eram esses meninos aqui. Outras pessoas acham que os clichês que aparecem durante os shows do Wagner (como índios e mulheres com roupas mínimas dançando) podem pegar mal pro Brasil. Sinceramente? Acho que a gente tem mais o que se preocupar do que isso! Se alguém tomar um show no Xfactor como verdade verdadeira, vale a pena preocupar-se com o que essa pessoa pensa?

Wagner está lá por mérito próprio, e fosse ele chinês ou italiano continuaria a ser essa pessoa, digamos assim, única. Vamos ver mais quanto tempo ele dura no programa!


Detalhe que eles aqui não conseguem falar Wagner e a os jurados chamam ele de Uágner.

Ah, o meu favorito desse ano é o Matt Cardle. Meu e de toda população feminina desse país.

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Pais modernos

outubro 29, 2010 Helô Righetto 0 Comentários

Meus pais são definitivamente figuras esquisitas - no bom sentido, claro! Acho que todo mundo já sabe que meu pai começa amanhã mais uma viagem de moto, dessa vez vai até Machu Picchu com outros três motoqueiros (em 2007 ele foi pra Belém do Pará). Como eu gosto de dizer pra encher o saco dele: um monte de tiozão negando a velhice iminente!

Pra quem sempre pergunta: não, minha mãe não acompanha essas viagens de moto. Mas ao contrário do que muita gente deve pensar, ela não fica brava não. Acredito eu que ela aproveite esse tempo sozinha pra também tirar uma folga do véio e fazer as coisas que gosta (tipo ouvir música bem alta na sala e bater perna por aí).
puta genro puxa saco

Olha, ao longo dos anos, honestamente não sei dizer quem mudou mais, eu ou eles. Porque hoje eles são assim moderninhos, mas quando eu era adolescente, não era assim não!!!!! Ah, e os dois tem tatuagem , sabiam? Claro, eu que os levei para o mal caminho, mas isso era uma coisa muito, mas muito difícil de se imaginar há alguns anos atrás.

Enfim, lá vai meu véio para mais uma aventura e nós ficamos aqui aguardando as fotos, os posts e as histórias! E a vontade de que ele volte logo porque vocês tem compromisso nas bandas de cá dia 9 de dezembro! : )

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Música em Colônia

outubro 28, 2010 Helô Righetto 2 Comentários

Já falei aqui o quanto eu gosto e admiro os músicos que tocam na rua e no metrô. Sempre que vou trabalhar tem alguém na estação tocando, e literalmente já anima meu dia. Nada fácil ficar ali sozinho e na maioria das vezes ser ignorado!

Então eu estava indo comer alguma coisa na terça a noite lá em Colônia quando ouvi esses músicos, e como estava sem minha câmera, filmei com o celular mesmo. Claro que a qualidade está péssima, mas essa música é lindíssima e a combinação do violino com os dois acordeons ficou demais (viu mãe?).
video

Deixei as moedinhas que tinha no bolso por lá, e se não tivesse tão cansada teria ficado mais tempo. Eu geralmente não posto vídeos aqui no blog (porque nunca vejo vídeos nos blogs alheios, me dá muita preguiça), mas esse não dava.

Eu ainda vou aprender a tocar violino e vamos formar um trio: eu, o Martin no saxophone e minha mãe no acordeon!

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Em transito

outubro 26, 2010 Helô Righetto 0 Comentários

Mais um vez em Colonia, cobrindo uma feira - com o meu mini lap top que despreza acentuacao, diga-se de passagem.

Ainda bem que em janeiro consegui conhecer a cidade, porque dessa vez o tempo é mais curto! Cheguei ontem, volto pra casa amanha e o resto da semana devo ficar enfurnada no escritório trabalhando nas reportagens. E ai quando chegar em casa fico enfurnada de novo, porque vai ter cobertura pra revista brasileira também!

Adoro fazer cobertura das feiras, mas to achando bom que essa é a última desse ano.

A boa surpresa foi ter encontrado, sem combinar nem nada, um antigo chefe, que me deu meu primeiro emprego relacionado com design. Quem lembra da minha época de desenhista técnica na Solidor aí em gente?? Bora reler os posts de 2003 a 2005... Eu fui contratada por esse designer para auxiliá-lo na criacao de uma linha de móveis de escritório. Depois que ele terminou, eu acabei sendo contratada pela empresa e lá fiquei por 2 anos e meio. Foi uma coisa meio surreal, porque ao mesmo tempo eu aprendi muito, só que os chefes eram surreais e no final eu já odiava ir trabalhar lá.

Mas engracado que olhando pra trás eu só me lembro dos episódios engracados, como as centenas de boloes que a galera fazia na época de mega sena acumulada ou de como eu usava a plotter para fins pessoais na maior cara de pau. Nao só pra mim, mas para vários amigos da faculdade. Eu era a rainha do AutoCad!

Até o fato de eu acordar as 5 e 45 para ir trabalhar (era na pqp, mais conhecida como Diadema) eu vejo hoje como comico, ao invés de trágico. E como uma coisa lembra a outra, nessa época Martin e eu vivíamos aboletados no quarto do ape que eu dividia com uma amiga da facu, que por sua vez também levou o namorado pra lá.

Mega nostalgia hoje!

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Pra quem gosta de F1

outubro 26, 2010 Helô Righetto 3 Comentários

O campeonato desse ano está muito muito empolgante, e até a corrida de ontem cinco pilotos ainda disputavam o título. Então, antes dessa última corrida os cinco posaram para uma foto histórica, meio que recriando outra foto bem famosa, tirada em 1986.
(Oi Jenson, tudo bem? Larga aquela sua namorada horrorosa, vai!)

Olha só: Senna, Prost, Mansell e Piquet eram os candidatos ao título nada menos que 24 anos atrás!
Achei interessante a comparação das imagens! Tanta coisa mudou de lá pra cá, mas quem é bom mesmo a gente nunca esquece!

ps.: ainda estamos enrolando pra comprar ingressos pra corrida do ano que vem... F1 é o máximo, mas é elitista demais né? Não tem que ter grana só pra ser piloto, tem que ter pra assistir eles também!

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Hotel em Bruxelas

outubro 24, 2010 Helô Righetto 0 Comentários

Sobre o hotel de Bruxelas, achei mais apropriado escrever lá no meu blog de design. Quem tiver curiosidade, só clicar aqui!

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The Old Palace Quarter

outubro 23, 2010 Helô Righetto 4 Comentários

Fazia bastante tempo que eu não ia em um desses walks, que são passeios guiados por toda a cidade. Já escrevi sobre eles aqui antes, e reafirmo: valem muito a pena! Para quem vem de visita, não deixe de ir em pelo menos um! O funcionamento é bem simples: você entra no site, escolhe o walk que achar mais legal (TODOS são bons!), e apareça no horário e local marcados. Custa £8 por pessoa (£6 para estudantes e adultos com mais de 65 anos), e é o dinheiro mais bem gasto de toda sua visita a Londres, pode ter certeza!

Esse foi meu quinto passeio, e realmente não dá pra eleger o melhor. Todos os guias são excelentes, sabem muito bem sobre o que estão falando e o passeio não se torna tedioso. Tem sempre algum fato engraçado ou curioso que você nunca descobriria por si só, além de dicas que apenas um verdadeiro londoner pode dar!

Eu faço mesmo a maior propaganda, e sempre quem vai comigo não se arrepende. Pelo menos, a Fê me disse que quer ir de novo, e logo! Bom, nós duas escolhemos o passeio "The Old Palace Quarter", que sai da estação de metrô Green Park toda sexta feiras as 2 da tarde. O caminho foi mais ou menos esse (não me lembro exatamente porque a gente entrou em muitas ruelas):
Todos os walks levam em torno de 2 horas e acabam perto do mesmo ponto que começaram. Nosso passeio contou a história da região de St. James, onde várias casas lindas, que pertencem a famílias importantes, enchem os olhos da gente.
Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a historinha dessa estátua, do Beau Brummell, que fica na Jermyn Street. Esse tiozinho era um grande pé rapado que nunca tinha dinheiro e nem se preocupava em trabalhar: pegava emprestado dos amigos e não devolvia. Mas o mais curioso é que ele na época era um "trendsetter", um ícone fashion (alô blogueiras de moda, aprendam com ele!): adorava se vestir bem e todos os homens o copiavam. Eles esperavam Beau sentar em sua mesa preferida em um café ali no local, perto da janela. Então, depois de virem o que ele tinha escolhido pra vestir naquele dias, os homens voltavam pra casa e se trocavam, para ficarem parecidos com ele.
Aqui, algumas outras fotos do passeio:




Abaixo, o palácio St. James, que foi construído por Henrique VII para Anna Boleyn. Mas a coitada nunca chegou a morar lá: foi decapitada 3 anos depois de casar-se com ele.
Essa aí foi a nossa guia. Aqui, estávamos em frente a Spencer House, que fica ao lado do Green Park (foi a primeira parada do passeio):
Claro que nem todo mundo pode fazer um passeio desses no meio do dia, mas muitos acontecem a noite ou durante o fim de semana. Ah, se seu inglês não estiver lá essas coisas, perde um pouco a graça!

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Come Dine With Me: a vez deles!

outubro 22, 2010 Helô Righetto 3 Comentários

Lembram quando eu contei dos jantares mensais que eu e o Martin fazemos com a Nara e o Hugo, marido dela? Então, finalmente chegou a vez deles!
Desculpem-me as fotos, tirei com o celular mesmo, não queria deixar de escrever aqui! Como sempre super caprichosos, o casal anfitrião preparou um cardápio muuuuito bom. Para começar tivemos pão de queijo (não deu tempo de tirar foto, juro, devoramos em questão de minutos!). Prato principal: camarão na moranga! Diga aí se nossos jantares não são dignos de uma estrela Michelin? Hein, hein???

E, para a sobremes, esse bolinho (tem um nome oficial, mas eu esqueci!): a base é uma massa doce levinha, aí em cima tem uns pedaços de banana com chantilly. Combinação ótima! E olha que eu não sou fã de banana...

Agora a bola está comigo e com o Martin outra vez, então aguardem que em novembro tem mais uma versão do Come Dine With Me na mansão mercosul!

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Francês

outubro 21, 2010 Helô Righetto 4 Comentários

Desde a primeira vez que colocamos nossos pés em Paris, eu e o Marin ficamos com muita vontade de aprender francês. Mas ao mesmo tempo dava uma preguiça só de pensar em encarar aulas, começar tudo de novo.... e aí fomos deixando de lado.

Cogitamos nos inscrever em um curso online ou então comprar a série Rosetta Stone. E como achamos, digamos assim, um jeito mais barato de ter o Rosetta Stone, optamos por ele mesmo. Não dá pra saber ainda se o método é realmente efetivo, pois estamos naquela fase teletubbies bem básica, onde tudo é no presente e as sentenças são as mais simples possíveis: "ela come", "eles bebem", "as crianças nadam" e por aí vai.
Mas melhor assim do que não fazer nada né? Vamos ver se até dezembro consigo aprender o suficiente para deixar minha mãe orgulhosa enquanto estivermos em Paris novamente!

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A Cicatriz de David / Manhãs em Jenin

outubro 20, 2010 Helô Righetto 7 Comentários

Bom, mais um post sobre minha última leitura, dessa vez com conteúdo nada fútil, muito pelo contrário: é uma aula de história. Aliás, esse e um daqueles livros que mexem com você, sabe? Aquele livro que você vai falar pra todo mundo ler, que tem o poder de mudar o mundo. Definitivamente, um dos melhores que já li, está ali no topo com O Físico, O Dia do Curinga e A Menina que Roubava Livros.

Se você decidir ler, prepare-se: é difícil, é triste e mostra os horrores que um ser humano é capaz de fazer. Pior, é tudo verdade!

Sobre o título: eu ganhei esse livro (da minha sogra) com o título A Cicatriz de David, mas quando acabei fui fuçar no site da autora e descobri que agora ele é vendido com o nome Manhãs em Jenin, que acho que faz muito mais senso. Ah, preciso falar que foi ótimo ler em português e er certeza de que não perdi sequer um mínimo detalhe.

Então, como já falei, todos os fatos que permeiam o livro são verdadeiros, e a autora (Susan Abulhawa) usa como ponto principal a história de uma família para ritmar todo o enredo. De 1941 a 2002 uma família com raízes palestinas vê de perto a desgraça da invasão dos judeus e criação do Estado de Israel em suas terras, a partir de massacres e expulsões injustificadas. Nesse período ainda ocorrem a Guerra dos 6 anos - com mais horrores comandados pelo exército israelita - e o massacre do campo de refugiados Jenin, em 2002.

Mas apesar de ser bem dramático, o livro conta uma história linda e faz você se interessar muito mais pela cultura muçulmana. Com ele, tive uma idéia muito mais clara do conflito no Oriente Médio e deu pra compreender mais do que nunca que o ódio gera o ódio. Não me lembro de ter compreendido tão facilmente essas questões nas aulas da escola ou depois, no cursinho.

Vale muito a pena, gente! Pra tchurma amiga aqui de Londres, coloco o meu exemplar a disposição pra quem quiser pegar emprestado (mas saibam que sou a maior chata e fico pedindo de volta depois)!

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Ghent

outubro 19, 2010 Helô Righetto 2 Comentários

Então, Ghent fica entre Bruxelas e Bruges, e como o trem passava lá mesmo, resolvemos passar as últimas horas do dia conhecendo a cidade. O problema foi que chegando lá a gente se perdeu MUITO (ênfase nisso porque sinceramente eu nunca me perco, me localizo fácil com mapas e direções), pois a estação de trem é longe do centro. Primeiro pegamos o tram para a direção errada, depois pegamos para a certa mas descemos no ponto errado e ainda por cima andamos pro lado contrário.

Enfim, nisso perdemos quase 2 horas e quando chegamos no centro o dia já estava acabando, mas Ghent é tão pequena que conseguimos ver o que queríamos.


Redundante falar que a cidade é linda né? Charmosa e encantadora, ainda mais quando as casinhas ficam assim refletidas no canal.

Ghent tem ainda outras atrações e da pra passar um dia inteiro lá, mas ficamos felizes de termos conseguido passear, nem que tenha sido por algumas horas. Voltamos pra Bruxelas exaustos, mas cheios de fotos incríveis!

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Bruges

outubro 17, 2010 Helô Righetto 2 Comentários

Ir para Bruges meio que já está intrínseco na viagem de qualquer pessoa a Bruxelas. Aliás, a cidade é até mais cheia, com turistas por todos os lados. Mas óbvio, tem um porque: ela é linda!
Bruges é cheia de atrações, como museus e passeios de barquinho pelos canais, mas nós preferimos andar pelas ruas mesmo. Eu queria é tirar muitas fotos das casinhas e das pontes.

A massa de turistas fica concentrada na praça central e arredores, mas dá pra você achar lugares mais tranquilos se andar em direção aos moinhos.



Como estávamos meio cansados do passeio a Antuérpia no dia anterior, resolvemos acordar um pouco mais tarde, e chegamos a Bruges pouco depois da uma da tarde. Caminhamos muito e voltamos a estação por volta das quatro e meia, pois antes de voltar a Bruxelas decidimos parar em Ghent, outra cidade medieval, mas ainda não super lotada de turistas.

Fotos de Ghent no próximo post!

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Antuérpia

outubro 15, 2010 Helô Righetto 3 Comentários

Segundo dia da viagem, e fomos passar o sábado na Antuérpia. O mais legal foi ter a companhia da , que mora lá com o marido (Mick) e a filhota (Rafa). Passear com alguém que conhece a cidade de cabo a rabo faz toda diferença! E como eu falei, eles foram incríveis: buscaram a gente em Bruxelas de manhã e nos levaram de volta a noite. Detalhe que andamos muito o dia todo, haja saco né??

Nós gostamos muito da Antuérpia, e o tempo mais uma vez ajudou muito! O sol estava mega quente, e quando a gente passeou ali no "calçadão", tipo um pier na beira do rio, parecia que a gente estava na praia!

Assim que chegamos lá fomos caminhando por uma rua linda, cheia de lojas vintage e de antiguidades, que no fim dava lá na praça central (Grote Markt).
E claro que pra começar bem a visita, mandamos ver na batatinha frita. Não dá gente, é viciante!
A Antuérpia também tem uma catedral para chamar de sua, que você vê praticamente de qualquer lugar da cidade!


Todos os arredores da praça são lindos, as construções bem charmosas, barzinhos e restaurantes com mesa na rua, dá muita vontade de sentar e ficar lá só vendo o tempo passar!
A família belgo-brasileira:
E antes de irmos jantar, fizemos uma caminhada maravilhosa com um super clima praia-vento-nos-cabelos
E o jantar foi em um restaurante bacaninha, onde comemos muito bem, como vocês podem ver:
Olha, passar o dia na Antuérpia vale bem a pena viu? E pra quem não tem uma amiga assim legal como eu, basta pegar um trem na mesma estação que chega o Eurostar, a Gare du Midi/Brussels Zuid.

Ah, e preciso falar que no fim do dia eu e a Rafa já viramos melhores amigas e ela até me convidou pra ir na casa dela pra gente brincar juntas! : )
Próxima parada: Bruges e Ghent!

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Bruxelas

outubro 13, 2010 Helô Righetto 3 Comentários

Eu adoro andar de trem e a praticidade do Eurostar não tem igual, então quando surgiu de novo a promoção de passagem por £69 (ida e volta) resolvemos ir pra Bélgica (Bruxelas é um dos destinos diretos daqui de Londres, assim como Paris e Lille).

Eu e o Martin preferimos sempre ter pelo menos 3 dias pra viajar tranquilos, então tiramos a sexta e a segunda feira e fizemos um fim de semana prolongado, aproveitando para fazer umas day trips para outras cidades.

Chegamos em Bruxelas na sexta a noite, deixamos as coisas no hotel e fomos dar uma explorada pelo centro. Tudo a pé. A primeira parada foi em uma barraquinha de batatas fritas e fica aqui a nossa confirmação de que a batata frita da Bélgica é a melhor que já comemos (desculpa mãe!). O segredo engorda só de você ler: eles fritam duas vezes e a tradição é comer com maionese. Sentiu o drama né?

No caminho para a Grand Place passamos pela estátua do Manneken Pis. Eu queria muito ir lá porque quando tinha 10 anos meu pai visitou Bruxelas e me mandou um postal com a foto do Manneken Pis, e no postal ele dizia assim: "Diz a lenda que este menino perdeu-se e foi encontrado 5 dias depois fazendo xixi". Nunca esqueci dessa historinha tão meiga, e achei bacana estar lá no mesmo lugar que meu pai visitou 20 anos atrás.
Claro que em volta da estátua tem dezenas de lojas vendendo tudo quanto é coisa em formato do menino fazendo xixi. Simpático ele. Ah, ele tem uma coleção de aproximadamente 800 roupinhas, doadas por escolas, instituições e outros. É meio que uma tradição dar uma roupinha pro Manneken, então é capaz de você ir lá visitá-lo e ele estar vestido! Mas sempre a roupa tem um buraco pra ele continuar fazendo xixi, claro.
Ali do lado já é a Grand Place (Grote Markt em holandês) e eu poderia ter ficado lá muitas e muitas horas que não conseguiria absorver todos os detalhes. Fiquei encantadíssima com a praça e sem dúvida alguma é um dos lugares mais lindos que já vi na vida. Voltamos lá na segunda feira durante o dia e tirei mais uma cacetada de fotos.

Outra atração conhecida de Bruxelas é a catedral, também meio que perto de todo o restante dos pontos turísticos, entre a Grand Place e o Palais Royal e museus ao redor.
E quem vai pra Bélgica e não manda ver um autêntico waffle belga?
E uma coisa beeeem turistona é fazer uma degustação de cervejas, essa tarefa ficou por conta do Martin.
Mais alguns detalhes dessa cidade que me surpreendeu.

Fora a sorte que demos de ter feito sol e céu azul todos os dias que estávamos lá! Próxima parada: Antuérpia!

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