Exposição: Turner & the Sea

dezembro 30, 2013 Helô Righetto 4 Comentários

Depois que o National Maritime Museum, museu que fica no Greenwich Park, bem perto da minha casa, ganhou uma ala nova, tem organizado exposições muito boas. A mais recente, que vai até abril de 2014 foca nas obras de Turner que tem o mar como pano de fundo.


A primeira vez que vi o trabalho de Turner foi em uma exposição na National Gallery, focada no trabalho dele inspirado pela obra de Claude.

Aqui, você ainda vê a mesma luz hipnotizante, mas o personagem principal é mesmo o mar: seja em cenas de batalhas, de uma paisagem calma ou então de pescadores indo trabalhar.

Além das obras do Turner estão expostos também quadros de outros artistas, que abordaram o mesmo tema - seja na mesma época ou então que serviram de inspiração ou foram inspirados por ele.

A exposição vai até o dia 21/04/2014, custa £10 para adultos e está mesmo sensacional.

Se você gosta muito de Turner, também não deixe de visitar a Tate Britain, que tem uma ala inteira dedicada a ele (veja o videozinho abaixo, que postei no Instagram há algumas semanas):

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Leitura: Jane Eyre, Charlotte Brontë

dezembro 27, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Terminei de ler Jane Eyre no dia que chegamos em Paris - foi uma leitura de certa forma surpreendente: eu sabia que ia gostar (já estava familiarizada com a história) mas não imaginava que ia me prender tanto, dar aquela "sede" de acabar logo, sabe?

A história é uma espécie de auto-biografia, contada pela própria Jane Eyre, uma órfã que teve uma infância difícil pois foi deixada com uma tia que não gostava dela e que acabou a colocando em um internato de regime rigoroso. Bom, depois de anos nesse internato, como aluna e professora, Jane acha um emprego em uma casa, onde conhece e se apaixona Mr. Rochester.

Apesar de ser moralista, a história também tem críticas as diferenças sociais e até referências ao feminismo, mas é o romance entre Jane e Mr Rochester que amarra todas as pontas.

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Natal parisiense

dezembro 24, 2013 Helô Righetto 1 Comentários

Passando Natal em Paris pela primeira vez, mas com uma bela ceia brasileira na casa dos amigos.

Um ótimo Natal pra todo mundo!

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No repeat: 500 miles, The Proclaimers

dezembro 20, 2013 Helô Righetto 2 Comentários

Pra comemorar o início das mini férias de Natal/Ano Novo, estou escutando essa música sem parar. Sei la porque, mas a melodia é animada e me faz querer sair na rua cantando e abraçando pessoas.

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Guilty Pleasures

dezembro 19, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Poxa, eu ter levantado a bunda do sofá num sábado a noite pra ir dançar com as minhas amigas merece menção aqui né?

Tava bom viu? Dançar é bom, ao som de músicas dos anos 80 é ótimo, em compania de uma turma incrível então.... dá até repeteco!!




A quem interessar possa, os detalhes da balada eu escrevi lá no Aprendiz de Viajante.

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Semaninha

dezembro 17, 2013 Helô Righetto 3 Comentários

Esqueceram de avisar lá no meu trabalho que a semana que antecede o break de Natal/Ano Novo foi feita apenas para enfeitar o calendário, coisa meramente decorativa.

Trabalhar a essa altura do campeonato só me faz querer me aposentar mais cedo. Cabô minha energia, cabô minha inspiração e é claro, cabô minha paciência com tudo que diz respeito a rotina do escritório. Gente, até a máquina de café quebrou.

Socorro, como eu vou conseguir sair da cama e me arrastar pro escritório mais 3 dias eu não sei. Boa sorte pra mim!

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Fim de semana

dezembro 15, 2013 Helô Righetto 2 Comentários

Um resumo do fim de semana em imagens:

Dirigimos até um pub no condado de Kent para o almoço do domingo. Mal dá para acreditar que a 40 minutos de Londres podemos encontrar um visual como esse:


Resultado da minha terceira visita a Cambridge, no sábado:



Passeio de barquinho pelo rio Cam, em Cambridge:



O fim de semana começou mais cedo, pois fiquei em casa na sexta para receber nossos hóspedes parisienses. O dia terminou com uma caminhada pelo bairro, inclusive uma passadinha pelo mercado que está todo iluminado para o Natal:



Nossa estação de trem pela manhã, com as plataformas cobertas por uma fina camada de gelo:

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Poucas palavras, muita fotos

dezembro 13, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Olha, se o Instagram tivesse link com o Blogger, a coisa aqui estaria mais movimentada.

Não é falta de assunto, acho que só um cansaço de fim de ano. Estão acabando as minhas palavras! Já gastei quase toda cota de 2013.

Vou dar uma recarregada no vocabulário ali e ja volto!


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5 anos

dezembro 05, 2013 Helô Righetto 11 Comentários

Completando hoje 5 anos em terras britânicas - as vezes parece que cheguei ainda outro dia, mas outras vezes a sensação é de que estou aqui há muito mais tempo.

Tínhamos planejado sair pra jantar e comemorar, mas o cansaço (dos dois!) falou mais alto e resolvemos celebrar no quentinho do apartamento mesmo. Até porque não tem um dia que eu não pense comigo mesma o quanto gosto de morar aqui. Estou feliz, o que é já é comemoração suficiente!

A saudade existe, mas consigo contorná-la como dá. Viva o Skype, viva o Whatsapp, viva meu bom e velho email do hotmail, viva esse blog e viva as grandes amigas que estão sempre ao meu lado, mesmo a tantos quilômetros de distância! Vocês sabem quem são ; )

E é claro, esses 5 anos aqui jamais seriam tão bons sem a minha gangue. Vocês também sabem quem são.

Apesar do stress atual, acho que o meu trabalho também faz parte da nossa bem sucedida adaptação, e justamente hoje, uma data emblemática, ganhei esse presente de uma colega de trabalho muito, muito querida.


Pode ser que eu mude de ideia, mas por enquanto o que desejo é estar aqui nos próximos 5 anos.


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Leitura: Leite Derramado, Chico Buarque

dezembro 02, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Quase ia esquecendo de falar desse livro, já terminado ha uma semana - é um dos livros da leva que trouxe do Brasil (ou melhor, afanei da estante do meu pai). Algumas pessoas já tinham me falado muito bem dele, inclusive uma amiga que tem o gosto literário bem parecido com o meu.

E olha, gostei, mas não a ponto de amar e recomendar. Ou melhor, não a ponto de querer ler outro livro dele (mas né, quantas vezes não gostamos de um livro de certo autor e adoramos outro?). Acho que o que pesou mais contra, pra mim, foi que fica um tanto quanto cansativo, os capítulos são todos muito iguais.

Alguém mais aí achou que a história lembra um pouco o "Cem Anos de Solidão"? Eu achei muito, será que estou viajando? Um personagem contando a saga de uma família, o mesmo nome repetido em várias gerações... enfim, seria legal se o Cem Anos tivesse tido alguma influência : )

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Instawork

novembro 28, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Apesar do site onde trabalho ser fechado para assinantes, a gente tem muito conteúdo público: o blog, onde postamos novidades sobre produtos, lojas e eventos; o tumblr, que é um canal de inspiração com images lindas dentro do tema CMF (abreviação para colour, material and finishings - cor, materiais e acabamentos), a página do facebook, que é atualizada com postagens provenientes do tumblr e do blog; o twitter, para notícias mais rapidinhas, e agora também o instagram, onde publicamos fotos que tiramos em eventos, feiras, lançamentos para imprensa e em visitas a lojas de design e decoração.

Então, se você gosta desse assunto, siga ==> instagram.com/homebuildlife


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Offline? Isso existe?

novembro 25, 2013 Helô Righetto 12 Comentários

Acabei de ler um texto que uma amiga compartilhou no Facebook: uma menina que escreveu sobre sua saída do próprio (que ironia hein, e o texto dela bombando por lá), e, como a maioria que faz o mesmo, desdenhando os que ficam.

É claro que nem todo mundo gosta de Facebook (alguém gosta?) e afins, mas me tira do sério esse povo que se diz "cansado" da vida online, que quer "voltar a realidade", "redescobrir relacionamentos reais" (sério, eu li isso) etc etc etc.

Eu acho que essa história de real x virtual está muito ultrapassada, a vida online É REAL. Óbvio que existem exageros, como em tudo mais nessa vida, mas me cansa esse papinho de que "ai prefiro conversar com os meus amigos numa mesa de bar" - eu prefiro conversar com os meus amigos e ponto. Aliás, se não fossem as diversas ferramentas online que uso diariamente, falaria muito menos com os meus amigos.

E garanto que por isso nossos encontros na mesa do bar são muito mais animados.

Eu também tenho várias críticas ao Facebook e afins, mas basta aprender a usar tudo isso de maneira que te faça bem. Se você não quiser que meio mundo saiba o que fez ontem a noite, basta não postar.

Enfim, é do ser humano né? Não consegue admitir que não dá conta, precisa mostrar pro mundo o quanto é descolado e hipster por deletar sua conta no Facebook. Quero ver a cara de c* quando perder o próximo encontro no bar que foi marcado como mesmo? Pois é, pelo Facebook.

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Fria? Bastante. Frios? Nunca

novembro 24, 2013 Helô Righetto 10 Comentários

Ontem postei uma foto no Instagram do Aprendiz de Viajante (segue a gente lá!) que modéstia a parte ficou muito bonita.


Mas a foto recebeu um comentário no facebook que me provocou: "cidade fria, como os londrinos". O que me faz pensar: quanto tempo a pessoa passou aqui para fazer essa dedução? Eu entendo que alguem que visita Londres por alguns dias - semanas até - pode achar seus moradores frios e introspectivos, mas todo mundo sabe que é muito difícil entender a cultura local sem vivenciá-la por um bom tempo.

Admito que eu também já pensei que os londrinos fossem frios. Mas isso é tão clichê como falarem que todo brasileiro gosta de samba e futebol, que todo mundo no Brasil mora na praia e que todas as mulheres usam biquini fio dental. Ou seja, completamente errado.

Não podemos de maneira alguma comparar a maneira de ser do brasileiro com a do inglês. Somos todos diferentes, e, já com alguns anos de convivência com os londrinos, posso dizer que são amáveis e queridos, basta você compreender que a cultura na qual eles foram criados tem pouco em comum com a nossa.

Ah, e antes que eu me esqueça: Londres é fria sim durante vários meses do ano. Já olhou no mapa pra ver onde fica a Inglaterra?

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No More Page 3

novembro 18, 2013 Helô Righetto 12 Comentários

Quem me segue lá no twitter ou no instagram já deve até estar de saco cheio desse assunto, mas já estava mais do que na hora de eu falar aqui sobre meu apoio a campanha "No More Page 3" - aliás, não poderia ter escolhido uma data melhor pra escrever esse post, já que ontem participei de um (pequeno, mas barulhento) protesto e hoje a campanha alcançou 125,00 adeptos através da petição online.

Primeiro, vou explicar rapidamente o que é a tal da Page 3, afinal se você não mora aqui talvez nunca tenha ouvido falar dela (se bem que é quase uma instituição, conhecida em diversos países europeus, infelizmente): é uma seção do jornal The Sun (esse provavelmente muita gente ouviu falar, jornal sensacionalista que volta e meia publica manchetes toscas e mentirosas sobre celebridades) na qual diariamente são publicadas fotos de modelos com os peitos de fora.

Antes que você me chame de recalcada, feia gorda bobona e invejosa, quero dizer que a campanha - e eu, claro - não é contra as modelos, nem contra o direito de posar nua, muito menos contra os peitos. Eu sou fã de peitos, acho peitos lindos, adoro os meus. O que pega é o contexto - o que faz uma mulher semi nua bem no meio das notícias, justamente no jornal de maior circulação nacional? Não faz nada, só presta um belo de um desserviço a nossa sociedade que já é tão machista.


Você já imaginou se bem no meio do jornal do almoço o apresentador falasse: agora é a hora da gente ver a mulherada pelada. Não né? Não tem cabimento. Isso é objetificação, é falar para o mundo que é assim que tem ser - que em meio a homens vestidos e falando de negócios e assuntos do dia a dia, uma mulher só consegue espaço se ficar pelada. 

Também não adianta vir com aquela fraquíssima desculpa: 'se não quiser ver não compra'. Não é assim tão simples. Quando alguém lê a Page 3 no trem, eu sou submetida a imagem da mulher em pose sexual de peitos de fora do meu lado. Assim como é a criança que está sentada na minha frente. 

Gente, existem milhões de maneiras de ver peitos - mas o The Sun não é o lugar deles. A Page 3 só reforça o que já falei sobre outra campanha que apoio, Everyday Sexism

Tenho ainda dezenas de argumentos, como a influência na formação das crianças e na auto estima feminina. Posso também contar que, durante nosso protesto no domingo, ouvimos alguns homens falando 'get your tits out' - um inclusive estava de mãos dadas com o filho pequeno - o que apenas reforça o que queremos dizer. Mas já escrevi demais, deu pra entender, certo?

São 43 anos - mas agora chega! Vamos assinar a petição e continuar gostando de peitos, mas lembrando que a mulher que os segura é ainda mais importante.

Ah, quem quiser comprar a camiseta, está a venda aqui: http://www.thefashionmove.co.uk/collections/t-shirts

#nomorepage3 #newsnotboobs
No More Page Three

PS: o The Sun Pertence a Rupert Murdoch, mesmo dono do extinto News of The World, que recentemente protagonizou o escândalo das escutas telefônicas e por isso saiu de circulação.

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O que eu precisava

novembro 15, 2013 Helô Righetto 6 Comentários

Comecei essa semana muito cansada, pois na segunda feira tive que acordar as 5 da manhã para um compromisso de trabalho em Bournemouth, no litoral sul da Inglaterra. Como eu tenho uns dias de folga pra tirar, graças ao fim de semana trabalhado nos Estados Unidos em outubro, usei a sexta feira para dormir até bem tarde e ser turista no meu próprio bairro.



O dia foi frio e ensolarado, as cores de outono no parque estavam tão lindas que mereceram fotos e vídeo no Instagram (me segue lá  instagram.com/helorighetto). Andei sem rumo a tarde toda, visitei um museu esquisitinho mas bonitinho (museu do leque), comprei um livro (edição limitada, assinado pela autora!) e almocei no café de outro museu.


Olha, eu amo os finais de semana, mas não trabalhar em um dia que todo mundo trabalha tem um gostinho ainda melhor. Adoro colocar meu pézinho no meu futuro, pois é assim que visualizo minha vida de aposentada : )

Bom fim de semana pra vocês!

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Viena e Paris em exposições em Londres

novembro 10, 2013 Helô Righetto 1 Comentários

Na semana que passou vi duas exposições muito boas, uma na Royal Academy of Arts e outra na National Gallery.

A primeira, na Royal Academy, consegui visitar no meu horário de almoço, já que o museu fica muito perto do meu trabalho. Já tinha feito isso há uns meses quando fui ver a Summer Exhibition e vou tentar fazer mais vezes, faz uma super diferença na rotina do escritório. Bom, a exposição é sobre o trabalho do Honoré Daumier e se chama "Visions of Paris" - e, como o próprio nome diz, é focada nas obras que tem Paris como pano de fundo.

Gostei muito das litogravuras coloridas e dos desenhos com sátiras políticas que ele fez para jornais e revistas. A exposição vai até 26 de janeiro e o ingresso custa £11

E hoje fomos na National Gallery ver a tão esperada (por mim!) exposição sobre retratos em Viena englobando obras do fim do século 19 e início do 20: "Facing the Modern - The Portrait in Vienna 1900".

Eu tenho adoração por retratos e não poderia perder a oportunidade de ver obras de Klimt, Kokoshka e Schiele em uma só exposição. São vários estilos, vários temas e muitos outros pintores, vale demais a pena e vai até 12 de janeiro. Também custa £11.

Muitas outras exposições interessantes estão rolando, e o inverno é uma das melhores épocas para vê-las - já que está frio lá fora, bora ficar abrigado no quentinho do museu!

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Leituras

novembro 07, 2013 Helô Righetto 4 Comentários

Atrasado, mas vai.

Li recentemente o 1822 do Laurentino Gomes, mesmo autor do 1808 e 1889 (esse último ainda não li, mas já está comprado e aguardando sua vez!). O 1822 continua na mesma linha do 1808, contando a história de um período marcante do Brasil de forma muito mais fácil e que faz muito mais sentido. Se você não leu o primeiro, dá pra ler esse tranquilo - apesar de ser uma continuação, um não depende do outro (até porque o autor faz um apanhado geral sobre o 1808 no início do 1822) - mas né, LEIA o 1808, que achei o mais marcante até agora, o que mais me fez entender meu país.


Logo depois li o Queenie, da Alice Munro, escritora canadense que acabou de ganhar o Nobel. Ja tinha comprado outro dela quando estava nos Estados Unidos uma semanas atrás, mas vi esse pequeno conto em uma livraria aqui em Londres e resolvi ler antes pra ter uma ideia - e gostei bastante, fiquei empolgada pra começar o outro.

Nesse momento estou terminando o livro recém lançado da Helen Fielding, continuação da Bridget Jones. Nem vou comentar aqui mais detalhes porque é muito, muito ruim (revoltante de tão ruim). Não sei se fui eu que mudei, afinal li os livros da série quando estava com 20 e poucos anos, ou se a autora que chutou o balde mesmo e escreveu essa porcaria em 2 dias. Fica a lição pra eu realmente não perder mais tempo com esse tipo de livro - já li muito, gostei muito, mas a fase passou. 

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Fim de semana luxemburguês

novembro 04, 2013 Helô Righetto 8 Comentários

Passamos o fim de semana na cidade de Luxemburgo, capital do país de mesmo nome e um dos menores do mundo. Uma horinha de vôo em um avião de hélices a partir de um pequeno aeroporto que fica a 20 minutos da minha casa, chegamos lá.

Fiquei encantada com a cidade, e apesar do frio (e chuva ocasional), acho que a visita foi em uma ótima época, já que as cores do outono estavam de cair o queixo.

Achei Luxemburgo um daqueles lugares que parecem de mentira, construídos depois que alguém leu um conto de fadas.









E, pra melhorar, descobrimos que em Luxemburgo existe isso (aperte o play):


Acho que todo mundo deveria experimentar essa maravilha um dia.

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Drama anual

outubro 27, 2013 Helô Righetto 6 Comentários

Acabou o horário de verão por esse lados e imediatemente começaram as reclamações. Pois é, todo ano é assim: o inverno começa a dar os primeiros sinais de vida e os reclamões de plantão não param de lamentar as poucas horas de sol, a temperatura baixa, o vento, a chuva, tudo.

Eu nunca tive problemas com o inverno, mas tenho um bode gigante dessas lamúrias que vem com ele. É um "choro coletivo" que faz com que fique mais difícil atravessar esses meses.

Então eu reclamo deles pra ter um motivo pra reclamar também. Gente, bota gorro, luva, cinco casacos, sei lá - mas vamos por favor aceitar que o inverno aqui é assim e não nos resta outra alternativa senão.... deixar rolar?


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States

outubro 21, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Dois dias depois de chegar do Porto, embarquei novamente - para cobrir a última feira do ano - para os Estados Unidos, mais precisamente para a Carolina do Norte.

Essa viagem é mais longa que o normal para os padroes de viagem a trabalho. Em vez de dois, tres dias, vamos ficar (eu e uma colega) uma semana no total (já estou na fase final da viagem).

O melhor dessa história é que conseguimos encaixar uma parada estratégica em Nova York, eu nao ia pra lá desde 2005 quando fui com o Martin para nossa lua de mel (quem le esse bloguinho há mais tempo, lembram do diário que fiz sobre essa viagem) e foi bem bacana voltar. Dessa vez o foco foi outro, pois precisava visitar lojas de decoracao e me inteirar do que está acontecendo lá nesse sentido.

Também aproveitei para encontrar duas das minhas melhores amigas que moram lá, e dar uma enganada na saudade.

Tenho colocado várias fotos no Instagram, se voce ainda nao me segue lá, clique aqui para ver minhas fotos!

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Por do sol no Porto

outubro 14, 2013 Helô Righetto 2 Comentários

Passamos um fim de semana prolongado no Porto, e uma das coisas que mais gostei lá foi ver o por do sol na Foz (região onde o Oceano Atlântico "vira" o Rio Douro, ou vice versa). Sentamos em um bar pé na areia e lá ficamos.

E o por do sol foi assim:



Pra acompanhar, pedimos a famosa francesinha:


Ai, que saudades que já estou! Um beijo e obrigada para as amigas Lídia e Sónia, que me deram as melhores dicas da cidade.

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Nova edição da revista no ar!

outubro 09, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Semana passada publicamos a quarta edição da revista do Aprendiz de Viajante, mas esperei uns dias para avisar aqui já que tivemos uns probleminhas técnicos com o site (blogar dá muita dor de cabeça as vezes!!) justamente junto com o lançamento da revista. Mas enfim, tudo resolvido, então se você já conhece e recebeu as edições anteriores deve ter sido avisado por email sobre a nova edição.

Caso você tenha chegado nesse blog recentemente, vai lá no Aprendiz de Viajante conhecer nossa revista (que é gratuita, independente e publicada a cada 3 meses) - é só seguir as instruções do post (clique aqui).

O tema dessa edição foi praias e paraísos pelo mundo, então as fotos estão incríveis, prepare-se para ficar morrendo de vontade de viajar pra um lugar com sol, areia branquinha e muita água fresca!

Aqui uma palhinha de algumas das matérias que eu escrevi:

Seleção de 10 produtos que tem a ver com viagem

Apanhado geral sobre a Ilha da Madeira

Uma volta ao mundo em 40 paraísos - contei com a colaboração de vários outros blogueiros, amigos e leitores, que mostraram lugares sensacionais onde passaram férias

Relembrando a viagem a Guernsey e Herm, nas Channel Islands

E como a edição era um especial de praias, na seção de souvenirs de viagem escrevi sobre a coleção super original do meu sogro: areias!
E já que você vai baixar a revista, aproveita pra participar so sorteio do iPad mini - basta cadastrar seu email como assinante e deixar um comentário nesse post (clique aqui). Para aumentar suas chances, indique amigos!!!

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Quiche do Martin

outubro 08, 2013 Helô Righetto 5 Comentários

Ontem fiz um videozinho para o Instagram mostrando o Martin fazendo uma (ou um?) quiche, que é uma das especialidades dele.

Algumas pessoas perguntaram a receita, entao queria lembrar que ele tem um blog onde publica fotos e (as vezes) as receitas, é só clicar aqui. A receita do quiche está nesse post e clicando aqui voce ve todos os quiches que ele já postou.

Abaixo o videozinho que coloquei no Instagram e fez a turma que me segue ficar com fome ; )

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Leitura: Italian Ways - on and off the rails from Milan to Palermo, Tim Parks

outubro 04, 2013 Helô Righetto 4 Comentários

Esse livro já me ganhou na dedicatória:

"For all those who love to read on trains"

(Meu trem de ida/volta do trabalho é meu santuário de leitura. Já me ganhou aí!)

Como falei na foto que postei no Instagram, quem ama a Itália e acha que o trem é o melhor meio de transporte que existe, precisa ler esse livro. Tim Parks é inglês e vive na Itália há mais de 30 anos (Verona), e no livro conta sobre suas viagens (a lazer e a trabalho) pela Itália.

Eu me identifiquei demais, demais, demais. Primeiro, que ele em diversas passagens fala sobre ser um estrangeiro, sobre ter a sensação de que pertence a dois países e como é estranho que as pessoas saibam que ele é estrangeiro antes mesmo de ele abrir a boca.

Segundo que os primeiros capítulos do livro são dedicados as viagens de trem que ele faz quase que diariamente entre Verona e Milão, para trabalhar. Essa rotina dele no trem me fez pensar na minha rotina, nos trens que eu pego todo dia do meu bairro ao centro de Londres. A menira que ele conta os "causos" e as pessoas que conhece, os costumes dos viajantes desse trem... enfim, eu "transportei" para a as minhas viagens de trem e foi uma reflexão sensacional.

Pra melhorar, ele viaja de trem pela Itália de férias, para cidades distantes, pequenas, com estações de trem quase que abandonadas. Coisa que eu quero muito fazer, agora mais do que nunca. Fui viajando com ele por algumas dessas cidades: Lecce, Brindisi, Otranto, Crotone....

Por fim, alguns parágrafos do livro são geniais, enquanto estava lendo marquei alguns porque queria colocar aqui.

"The truth is that every major Italian city rail station (...) is a daily challenge to the middle-class commuter's propensity for denial: will we be able to ignore the spill of humanity leaking into our cosy Italian world from all over the planet? Can we really reassure ourselves that it's none of our business that these men, women and children wrapped in sacking on the pavement are not our neighbours? Most days, I must say, we rise pretty well to the challenge. We have our iPods, our mobiles. We can walk past the starving to the melodies of Beethoven or the bluster of Bruce Springsteen. Perhaps what has most changed since 2005 are the rising tides of the dispossessed, the unemployed and the unemployable, and the ever more sophisticated technology that helps us not engage with them, to get from A to B faster and faster without touching anyhting dirty in between"

No parágrafo acima ele se refere aos imigrantes sem teto e vendedores ambulantes na estação central de Milão, mas achei que podemos aplicar em vários outros locais em várias outras cidades do mundo.

Outras passagens que gostei muito, já no final do livro:

"How I have cursed (...) the times a train of mine was delayed because a passenger was ill or again because someone had committed suicide on the line. How I fumed for the lost of time. What an ungenerous fellow I am. Travelling by train means sharing a common fate; we are on this journey together (...)."

"What a beautiful respite a train journey is and a good book, too, and best of all the book on the train, in life and out of it at the same time, before we arrive at Termini and disembark and the book is put down and we must all part and go our separate ways, forever."

Fiquei emocionada quando terminei o livro (Juro! Sei que soa patético, mas é verdade, fazer o que), e a primeira coisa que fiz ao chegar em casa foi achá-lo no facebook, onde deixei essa mensagem:

"Dear Tim - I have just finished reading Italian Ways (just as my train was approaching my home station in London) and I couldn't help but write you a message to say thank you. This book is absolutely amazing and the final sentences brought tears to my eyes (of joy!). 

Like you, I'm a foreigner who sometimes don't know where I really belong to, and, like you, I'm a loyal train traveller. Your book got me thinking on how much I take my commute for granted and how the British rail is such a part of this country. I feel like writing a book : ) - I won't though! 

I visit Italy a few times every year (work and leisure), specially Milan (work), and I will never look at Centrale the same way. I have always felt like a train journey through Italy is my "dream holiday" and now I'm even more certain of that. 

Thanks very much - next time I'm in Milan or Bologna having the best latte macchiato in the world or taking a train to the coast I will remember your words. Thanks for sharing your thoughts. All the best, Heloisa"

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Um oi de Bolonha

setembro 23, 2013 Helô Righetto 8 Comentários

Estive em Bolonha pela primeira vez em 2010, essa já é minha quarta vez aqui (sempre a trabalho), mas acho que foi a primeira que realmente curtir a cidade por umas horas. Resolvi dar uma passeada hoje a tarde (já que só amanha vou visitar a feira ) pra fotografar. E fotografei muito!! Como já conheco os caminhos, dispensei o mapa e fui passeando...

Aqui um pouco do resultado (estava um dia lindo e quente!):












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Sempre atrasada

setembro 22, 2013 Helô Righetto 1 Comentários

Trabalhar com a internet é sentir-se constantemente atrasado. Acho que nao teve uma semana esse ano que eu nao pensei "tá muito corrido mas semana que vem acalma" - mas nunca acalma. Tudo tem que ser na hora, agora, tudo é prioridade. A internet criou um monstro, os leitores (esto falando dos leitores do site onde trabalho) querem ler as novidades da feira que abre hoje, amanha.

Acho que a medida que nos aproximamos do fim do ano vou me sentindo mais cansada. Estou contando o tempo que falta pra terminar 2013 em quantidade de matérias que tenho que escrever. Voces tambem se sentem assim?

Hoje, domingao, to conectada no servidor do trabalho e adiantando matéria que tem que ir pro ar no início da semana, pois amanha já estarei em outro lugar pra cobrir outra feira. E ontem me dei conta de que nos primeiros cinco meses do ano que vem já tem pelo menos uma viagem a trabalho por mes marcada.

Ou seja, sossego nao existe pra quem trabalha do outro lado do computador!

Boa semana pra todo mundo!

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Exposição: Vermeer & Music - The Art of Love and Leisure

setembro 16, 2013 Helô Righetto 1 Comentários

Visitei essa exposição já tem mais de um mês, e tinha esquecido completamente de escrever aqui... já nem me lembro com tantos detalhes, mas gosto de fazer o registro para consulta futura ; )

Apesar do nome, a exposição não foi exclusivamente de obras do Vermeer, e reuniu quadros de diversos artistas holandeses do século 17. O objetivo era mostrar como a música influenciou e fez parte da vida das sociedade naquela época e, consequentemente, virou tema constante na arte.

Uma das coisas mais legais dessa expo é que, além das obras, estavam expostos também alguns instrumentos musicais muito antigos (praticamente "extintos"), e muitas vezes retratados nos quadros que estavam lá.
Violão de 1641
The Guitar Player (1672), Vermeer 
A estrela da mostra era a "The Guitar Player" (1672) do Vermeer, obviamente, que estava emprestada da Kenwood House. E 80% dos quadros eram do acervo da própria National Gallery, ou seja, mesmo que a exposição já tenha acabado, dá pra ver tudo (de graça) por lá mesmo, basta procurar!

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London Design Festival 2013

setembro 14, 2013 Helô Righetto 1 Comentários

Começou hoje a décima primeira edição do London Design Festival, uma das semanas do design mais importantes (e legais) do mundo. A cada ano o LDF fica maior e mais interessante, o que dá um certo desespero já que é impossível conseguir ver tudo! Minha sorte é que cubro para o trabalho, então pelo menos os eventos e exposições principais estão obrigatoriamente na minha agenda.

No site do festival tem a lista completa de tudo que tá rolando na cidade. Tem lançamentos de coleções em lojas, exposições em galerias e museus, instalações em espaços públicos e festas, muitas festas! Abaixo, a instalação Endless Stair que está na frente da Tate Modern e é aberta pra todo mundo:


E aqui algumas fotos do Victoria & Albert Museum que mais uma vez é um "hub" do festival - tem várias instalações e intervenções por lá!


O festival vai até dia 22 de setembro - aproveite! #designiseveryhwere #ldf13

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Um pulo em Campinas

setembro 10, 2013 Helô Righetto 4 Comentários

Nós meio que sabiamos que esse ano iríamos pro Brasil, e muito provavelmente no segundo semestre. Mas a programação girou em torno do evento do ano: o casamento dos nossos grandes amigos, Marina e Rodrigo, lá em Campinas.

Ser madrinha e padrinho de dois dos nossos melhores amigos (e companheiríssimos de viagem) já é algo especial mas duas vezes... não é pra todo mundo né? Pois é, duas vezes: eles podem até ter feito festão em Campinas, mas o papel foi assinado aqui em Londres, em abril do ano passado!

E pra me achar mais ainda, a Má deixou eu escolher um dos doces do casamento (churros!) e me levou na prova final do vestido, que foi aqui em Londres uns dias antes de irmos pro Brail.

Foi um casamento lindo, uma festa animada e que ainda por cima TINHA BRIGADEIRO (de vários sabores). Rolou reencontro com a turma londrina e pra minha surpresa conheci uma leitora do blog na festa (oi Adriana!), fiquei muito muito contente : )

Aqui algumas das trocentas fotos que postei no Instagram durante a festa (postei tanta foto seguida que até perdi follower - volta, follower!!):




Matando a saudade
Martin chateadíssimo com o noivo : )

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Leitura: Max e os Felinos, Moacyr Scliar

setembro 08, 2013 Helô Righetto 1 Comentários

Trouxe uma tonelada de livros do Brasil e resolvi começar por um que queria ler faz um tempo, Max e os Felinos. É o segundo que leio do Scliar (o primeiro foi A Mulher que Escreveu a Bíblia).

Um dos capítulos do livro (que é bem fininho) serviu como inspiração para outro livro, A Vida de Pi (que virou filme e até concorreu ao Oscar). A história é polêmica, e o próprio Scliar escreveu sobre o assunto e deu uma entrevista.



A história é ótima e cheia de simbolismos. O capítulo que ele fica a deriva no bote junto com um jaguar é o que inspirou o A Vida de Pi, mas é apenas parte da história. Desde pequeno, em Berlim,  Max confronta seus felinos e isso o acompanha até o fim de sua vida no Brasil.

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Leitura: Around the World in Eighty Days, Jules Verne

setembro 03, 2013 Helô Righetto 2 Comentários

Tem uma livraria aqui no meu bairro que sempre tem umas ofertas ótimas. Em 2009 eles estavam vendendo clássicos da literatura a preço de banana, e foi nessa leva que comprei dois livros do Julio Verne, o Journey to the Centre of the World (já lido) e esse, que terminei de ler nessa madrugada no vôo São Paulo-Londres.

Esse livro nem estava entre as minhas prioridades de leitura (tenho sempre muitos livros na fila), mas há uns meses fui em um bar aqui em Londres que usa o personagem principal, Phileas Fogg, como tema para a decoração e o cardápio (o post está aqui) e gostei tanto que o livro passou na frente dos outros!

Acho que todo mundo ja ouviu falar da história do livro: em 19872 o inglês Phileas Fogg faz uma aposta com os amigos de que consegue fazer a volta ao mundo - atravessar a circunferência da Terra - em 80 dias. Ele é um cara metódico e tem tudo super planejado, mas é claro que a viagem é cheia de imprevistos. Ele usa os meios de transporte disponíveis na época, como trens e navios a vapor, mas em cada etapa acontece alguma coisa e ele dá um jeito de seguir viagem.

Enfim, é uma leitura gostosa, achei que fluiu super bem e é uma ótima pedida pra quem quer ler mais em inglês. Além disso, a descrição dos lugares por onde ele passa é muito bem feita, mesmo que as estadias sejam curtas - já que o que importa não é fazer turismo, e sim ganhar a aposta.

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Brasil 2013

agosto 22, 2013 Helô Righetto 4 Comentários

Estamos no Brasil desde sábado para curtir pouco mais de 2 semanas com a família e amigos. Essa é apenas a terceira vez que viemos pra cá desde que nos mudamos para Londres, e cada vez fizemos um "esquema" diferente para tentar conseguir aproveitar ao máximo. Nas 2 vezes anteriores voltamos pra casa um tanto quanto frustrados, pois administrar o tempo e as vontades (nossas e alheias) por aqui é bem complicado. Então, dessa vez resolvemos nos dividir - eu vim sozinha pra Santa Catarina passar pouco mais da metade das férias com os meus pais e o Martin ficou em São Paulo com os pais dele.

Bom, até agora está funcionando bem - mas pra mim ainda não é o ideal, pois afinal ficar separados nas férias não é a coisa mais legal do mundo.

Um pouquinho do que fiz até agora:

Com o sobrinho (que está enorme, lindo, simpático e divertido) em SP
Ainda em SP, com as amigas mais antigas e especialíssimas, nosso encontro é sempre obrigatório!
Agora em SC, uma parada em Itapema

Visitando a casa da minha vó em Lauro Muller depois de 6 anos sem ir lá
Parque Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul, onde visitamos os cânions
Onde estamos agora: Garopaba

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Exposição: Summer Exhibition 2013

agosto 16, 2013 Helô Righetto 2 Comentários

A exposição de verão da Royal Academy of Arts acontece todo ano (está na edição de número 245) e é um dos eventos mais legais e esperados do calendário de artes em Londres. Todo ano eu piso na bola e quando me dou conta já acabou, mas aproveitei que agora meu escritório é a duas quadras do museu e fui lá ver no horário do almoço. Bom né?

Bom, o que essa exposição tem de diferente é o fato de que qualquer pessoa pode ter seu trabalho (ou trabalhos) selecionado para ser exposto lá. Pois é! Todo ano é possível inscrever suas obras, e uma comissão especializada seleciona os melhores, cerca de mil obras entre mais de dez mil enviadas. Imagina que legal para um artista iniciante ou que tem dificuldade de colocar suas peças no mercado, ter uma obra selecionada para ser exposta na Royal Academy?

O resultado é um mix de estilos e mídias, tem desde pinturas e esculturas a desenhos e fotografias. As parades de várias salas da Royal Academy ficam cobertas de obras, bem diferente de uma exposição formal. É muita coisa pra ver!

Outra diferença é o fato de que 90% do que está exposto está a venda. Sim, você pode ir lá e comprar uma das obras. Logo na entrada, ao comprar o ingresso, você recebe o catálogo com os preços de cada uma delas. E sim, algumas são acessíveis, vi obras de £100, £150 e até de £65. E claro, tem os carésimos, de mais de 10 mil libras.

Quem quer ir pra comprar não pode deixar pra visitar a exposição em seus últimos dias. Fui no início de agosto (termina depois de amanhã, dia 18) e tinham poucas ainda disponíveis (as que estão vendidas tem aquele famoso adesivo vermelho perto do nome).

Enfim, a dica veio tarde esse ano, mas fique de olho ano que vem, é uma exposição bem diferente do que estamos acostumados, com nomes desconhecidos e muita coisa linda pra ver!

O ingresso custa £10.

imagem via

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Leitura: Os Imperfeccionistas, Tom Rachman

agosto 13, 2013 Helô Righetto 0 Comentários

Taí um livro muito legal, que é perfeito pra quem quer leitura leve mas inteligente. A história é contada de um jeito muito dinâmico, com cada capítulo dedicado a um personagem. Assim, acompanhando o que está se passando na vida deles, você sabe o que está acontecendo no pano de fundo, que é o denominador comum entre eles.

Bom, o livro conta a história de um jornal internacional, publicado em inglês e produzido em Roma. Cada capítulo, que se passa no presente, é intercalado por pedaços da história do jornal, que foi criado nos anos 50 por um milionário, e ninguém sabe muito bem porque ele fez isso.

Se no início de sua vida o jornal era revolucionário, ao longo dos anos ele não acompanha a evolução da tecnologia e começa a decair. 

Enfim, é isso que dá pra contar sem estragar a história. Muito, muito bom!

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52 objetos: o fim de um projeto

agosto 12, 2013 Helô Righetto 16 Comentários

No dia 16 de agosto de 2012 eu publiquei o post "52 objetos: o início de um projeto" e mal dá pra acreditar que passou um ano e já chegou ao fim!

Foi bem bacana escolher um objeto por semana e olhando os eleitos acho que não trocaria nenhum - acredito que vários ficaram de fora, mas os que entraram no projeto o fizeram por merecer : )

Durante essas 52 semanas passaram por aqui algumas luminárias, quadros, roupas e acessórios, livros, fotos, coleções e até dois cobertores. Várias coisas que herdei da minha vó ou vieram da família do Martin, e também tantas outras que compramos ao longo dos 10 anos que estamos juntos. Do objeto mais velho - o cobertor do meu pai que tem uns 40 anos - ao mais novo, meu relógio de pulso que comprei esse ano, tentei mostrar aqui algumas das coisas que de certa forma me fazem feliz e contam um pouco dos meus gostos, minha profissão e meus hobbies.

Será estranho não precisar ficar andando pela casa, abrindo armários e fuçando gavetas aos domingos. Espero que quem me lê aqui ou me segue lá no Instagram (onde postei as imagens religiosamente) tenha curtido essas 52 semanas tanto quanto eu.

Agora eu quero saber: qual foi o seu objeto preferido?


Todos os posts do 52 objetos estão aqui.

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52 objetos: semana 52

agosto 11, 2013 Helô Righetto 5 Comentários

(um post "ponto final" vai pro ar nos próximos dias!)

O que é: meus livros queridos (não estão todos na imagem)

Onde fica: espalhados nas prateleiras nomeu quarto

Por que foi escolhido: e tinha como não incluir meus livros aqui? Eles fazem parte da minha rotina, e apesar de não ser uma coleção fixa - empresto, pego emprestado, doo, guardo alguns - tenho muito carinho por todos os livros que já passaram por ela, até os que não gostei

E o que mais: meu pai que sempre fala que livro a gente tem que repassar. Concordo com ele, mas tem alguns que não consigo abrir mão de ter. Empresto, mas faço questão de receber de volta. Acho que a cada livro que leio fica mais claro pra mim o estilo que gosto. Ou, em outras palavras, vou ficando mais chatinha. Mas acho que isso é normal, ficar mais exigente e mais crítico.


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Semana em imagens

agosto 09, 2013 Helô Righetto 3 Comentários

Faz mais de 1 ano que não uso a tag "semana em imagens", então vamos a ela! São tantas fotos colocadas no Instagram que acho bacana trazer pra cá de vez em quando.

Abaixo, o mais novo integrante da decoração de casa: um "cookie jar" de cerâmica em formato de puffin que comprei na Anthropologie. Ando completamente fascinada pela coleção de coisas para casa dessa loja (gosto também das roupas), e pra minha sorte (ou azar?), a loja maravilhosa na Regent Street é a duas quadras do meu trabalho. Ou seja, volta e meia dou um pulo lá na hora do almoço só pra ver o que tem de novo... dá nisso!



Habib está aqui mais uma vez! Sempre uma alegria tê-lo em casa (dessa vez são apenas 4 dias), mas ao mesmo tempo nos sentimos péssimos por deixá-lo sozinho quando saímos de manhã. Mas a gente compensa na volta!



Gosto quando a gente sai pra jantar sem ter programado nada, nem que seja pra comer um hamburguer no Byron (uma rede de restaurantes bem famosa por aqui). Então na terça feira decidimos ir lá, estava quente e pegamos uma mesa no terraço. Hamburguer com vista pro rio!


Bom fim de semana pra vocês!

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