Londres e as minha tattoos

Update: pedido de leitor é uma ordem! Algumas fotos (não estão todas)


Esse laço está no mesmo braço da boneca (ela fica na parte de trás). Essa foto me dá um pouco de agonia porque eu tinha acabado de voltar do estúdio de tatuagem. Está tudo inchado e meio vermelho, e completamente melecado de pomada. Mas gosto muito! O legal é que quem me conhece sabe como as duas tattoos parecem ter sido feitas juntas, porque a emenda do fundo verde é perfeita! Trabalho de ótima qualidade do Juliano Pires.
Esse é meu segundo verão por aqui, e pela segunda vez - posso dizer sem medo de de errar - todo dia que saio na rua com o braço de fora, alguém comenta a mina tatuagem.

Sério, não estou me achando nem nada disso. Mas tenho uma teoria! Acho que aqui ficamos tantos meses cheio de casacos e todos cobertos, que quando chega a temporada da camiseta, as pessoas prestam mais atenção uma nas outras.

É batata. Eu saio na rua e sempre alguém solta um: nice tattoo, ou algo do tipo. Isso quando a pessoa não quer ficar amiga e vem me perguntar o significado, o porquê dos desenhos, etc etc etc. Ah, e também a frase do pé. Engraçado as pessoas entortando a cabeça no metrô e fazendo cara de decepção quando percebem que não está em inglês.

Mas né, de novo tem a pessoa amiga que vem perguntar o que está escrito. Eu não me importo, mas volta e meia tem um chato que realmente quer bater um papo, pergunta um monte de coisas, e acha que a gente tem algo em comum só porque gostamos de tatuagem!

Fora as perguntas idiotas, que até já comentei no twitter: mas é de verdade? Isso é uma tatuagem? Doeu (ah, eu deveria falar: não, não dói! vai lá fazer qe é tipo um carinho!)? Ontem mesmo veio um tiozinho perguntar se o fundo verde da minha tattoo do braço era de canetinha. Juro. Mesmo.

Ah, espero que da próxima vez que eu falar de tatuagens aqui no blog eu possa mostrar uma novidade (minha sogra não vai gostar nadinha disso, mas fazer o que, nora é tudo sem noção mesmo!)

Essa é a postagem 1601

só pra constar

Olha, ter imaginação pra escrever 1600 posts falando besteira merece um destaque não?

Obrigada leitores pela paciência!

O dia que eu almocei com Henrique VIII

Ok, ok. Exagerei um pouco no título do post, mas é que eu fico assim quando vejo celebridades de pertinho. Ainda mais quando é alguém assim, bem apessoado. Mas uma coisa de cada vez.

Fui almoçar em um restaurante bacanérrimo no Soho (é que conheço gente importante que tem descontão, rá!) com as amigas, chamado Yauatcha. Não só é um lugar super trendy como é um point de celebridades, então confesso que fui pra lá com altas expectativas!

Tirei mais fotos mas a tchonga aqui não salvou, sobrou só essa desses drinhs (não alcóolicos, diga de passagem!) lindos e muito muito bons!

Então né, quando estávamos quase indo embora, eis que eu vi. Ele:
Jonathan Rhys Meyers. Mais conhecido por interpretar o Henrique VIII na série The Tudors, ou então o personagem principal do filme Match Point, do Woody Allen. Entre outras coisas. Uma pena que ele não estava vestido assim né, mas fazer o que, já me contentei em ver ele de pertinho e preciso dizer que o cara é mesmo lindo. Lindo. LINDO!
Precisei tirar essas fotos papparazzi, não resisti. Pelo que sei ele anda meio encrencado visitando rehabs e afins. Mas acho que hoje ele estava de bom humor e foi almoçar fora! : )

Comentários

Eu sempre fiquei na dúvida de como responder os comentários - geralmente as pessoas que comentam são conhecidas e eu mandava email. Mas resolvi que fica mais fácil responder no prórpio comentário, é o que estou fazendo agora! Então, pra quem deixou alguma pergunta, só passar de novo lá pra checar a resposta! : )

Come dine with me

Desde que eu conheci a Nara, logo que cheguei aqui, volta e meia a gente faz uns jantarzinhos, ou lá na casa deles (não é muito bom quando os maridos ficam amigos?) ou aqui. Depois que eles se mudaram para mais perto da gente, começamos a fazer isso com uma certa frequência. Aí combinamos: teria que rolar uma vez por mês, sempre revezando a casa.

E sim, temos regrinhas!
1. Os anfitriões tem que providenciar tudo
2. O jantar tem que ter 3 partes: entrada, principal e sobremesa
3. Tem que ser o mais feito em casa possível (por exemplo, não vale comprar salada pronta ou sorvete)

Então que o negócio tá ficando profissional, e a última vez que fomos lá na casa deles ficamos impressionados com o nível! Aí estávamos decididos a fazer tudo muito caprichado aqui em casa também.

Tudo começou com 3 viagens ao supermercado pra comprar todos os ingredientes e deixar a geladeira assim (isso NUNCA acontece aqui em casa, só quando vem visita!!), linda e colorida!
Martin sujando tudo pra preparar a sobremesa (reparem na ponta do nariz cheio de farinha!)
Eu picando aho, cebola e cogumelos
A entradinha: canapés de pepino com pasta de cream cheese e salmão (esse detalhezinho verde em cima é um pouquinho de Dill)
Ah, os detalhes....
O prato principal: lasanha! Eu aprendi a receita com a Dri, e como foi a quarta vez que fiz, comecei a adicionar umas outras coisas (uma camada de abobrinha fatiada e cogumelos no molho)
Quarteto fantástico!

E como ficou a sobremesa que foi 100% feita pelo Martin (inclusive os biscoitos!)
Mais duas rolhas para a nossa coleção...
Agora o próximo vai demorar um pouco porque Nara e Hugo vão para o Brasil e ficam de férias por lá durante um mês inteiro! Mas quando rolar eu posto aqui: podem ter certeza de que eles vão caprichar!

A gravidez da minha melhor amiga

Por mais que eu tenha acabado de virar tia e ter acompanhado até que bastante a gravidez da minha cunhada, quando uma das minhas melhores amigas me contou que estava grávida eu fiquei meio em choque!

Eu sempre soube que ela queria ter filhos cedo (leia-se: antes do que eu!), mas uma coisa é falar sobre o que um dia pode acontecer, e outra é quando realmente acontece!!!

Estou feliz demais por ela e queria muito, mas muito mesmo, estar lá pertinho e acompanhar esses próximos meses ao vivo e a cores. Não dá né? Então a gente fica assim vendo os blogs uma da outra, mandando emails (cartinhas de vez em quando!) e eu me peguei com os olhos cheio de lágrimas quando vi a primeira foto dela gravidinha.

Acho que a diferença entre a gravidez da cunhada e da amiga é que a cunha eu conheci já adulta, a gente se casou com poucos meses de diferença, e parecia uma coisa mais natural mesmo Mas a amiga eu conheço desde piveta, a gente aprontou 1 monte juntas e agora ver que as coisas estão mudando assim é mesmo muito estranho!

Tomateiros

Enquanto os cunhados mandam fotos orgulhosas do filhote para a família, eu e o Martin estamos completamente tomados de emoção com os nossos... tomates (quase a mesma coisa hein?) !!!

Mas olha só gente que coisa mais linda! Tem como um casal não ficar satisfeito por ter conseguido criar um negócio tão legal assim?? A gente que fez, sozinhos! Como obviamente não somos experts na arte de plantar e colher tomates, foi uma surpresa mesmo quando vimos que deu certo. Eu não tinha idéia de que a planta ficava tão alta (tivemos que fazer altas amarrações na varanda para os caules não quebrarem).

E hoje eu tive a felicidade de colher os primeiros filhotinhos e eles já foram devidamente devorados.


Se nós conseguimos fazer isso nessa varandinha chinfrim, imagina quando a gente tiver um jardinzão hein???
E olha quantos ainda estão por vir!


Agora tô animada e querendo plantar banana, laranja e ainda por cima criar uma galinha e uma vaca. Ninguém me segura! Sou uma pessoa sustentável! : )

Saúde

Um dos assuntos preferidos dos encontros bloguísticos é o serviço de saúde pública aqui da Inglaterra, o NHS (National Health Service). Sempre que a gente se encontra, alguém tem um "causo" cabeludo pra contar, e mais uma vez começa a discussão (não tem fim!!).

Claro que não dá pra ficar comparando com o atendimento que estávamos acostumadas no Brasil, afinal todas nós tínhamos acesso a algum plano privado, o que como todo mundo sabe nos dá o direito de fazer muitos exames e cuidar da saúde perfeitamente. Prevenir né?

Então agora que a gente tem um pouco de noção de como é depender do serviço de saúde público. Claro, felizmente tem sim várias coisas boas (como remédios gratuitos que você pega com a receita do seu médico em qualquer farmácia sem ficar horas na fila), mas por outro lado a ficha caiu de que agora não temos mais a mamata que tínhamos no Brasil.

Vou falar bem por cima - PELA MINHA EXPERIÊNCIA - como o negócio funciona aqui: todo mundo tem um GP (clínico geral que atende no consultório do seu bairro), e na teoria você tem que passar nele antes de qualquer coisa. Dor de cabeça? Dor de barriga? Dor de ouvido? Mancha na pele? Não adianta, se você não for visitar seu GP antes, não consegue marcar com um especialista.

O problema é que ir no GP é tipo tentar passar no vestibular da USP: você será cortado ainda na primeira fase (cabe uma observação aqui, caso o assunto seja uma emergência claro que você pode ir correndo no hospital e será atendido). Não tem essa de ir lá e pedir um exame de sangue porque você fazia isso no Brasil todo ano. O médico vai rir da sua cara.

Veja bem, você consegue sim uma consulta, é bem atendido, mas nunca sai com uma solução super prática. Eu quando fui lá pedir pra fazer uma mamografia tive que ouvir que sou ainda muito nova e que apenas um caso de câncer de mama na minha família não é o suficiente para eu me preocupar. Também fui tentar fazer um exame anual e a enfermeira me cortou dizendo que, como fiz ano passado, agora só em 2012. O Martin foi ver uma mancha na pele e voltou pra casa com a recomendação de passar bastante hidratante. Aí fica a dúvida: será que nós que somos paranóicos de já querer botar remédio goela abaixo por qualquer coisa ou eles que não querem mesmo gastar 1 centavo a mais com os pacientes?

Então que apesar de a gente discutir e discutir e contar histórias que dão medo, o negócio é a gente tentar se adaptar. Por exemplo, se for uma dor mais forte e incômoda, o ideal é ir para o pronto socorro ao invés do consultório. Ir na farmácia diretamente e conversar com o farmacêutico responsável também é uma solução (para coisas mais rotineiras, tipo uma dor de barriga ou dor de ouvido). Não adianta, até porque (eu, pelo menos) não posso ficar esperando ir pro Brasil para ir no médico. Não sei quando vou e o gasto também seria altíssimo.

Pessoal, lembrando que esse não é um post comparativo Brasil x UK , é apenas minha visão sobre mais um tema "coisas da Inglaterra"! Óbvio que ter acesso a saúde no Brasil custa bem caro e não tem sentido fazer esse tipo de comparação!

Ah, e mesmo pra quem tem plano de saúde aqui, ainda assim fica difícil conseguir ver um especialista: os consultórios privados geralmente pedem uma recomendação do seu GP... aí começa tudo de novo...

Manhattan em Londres

Esse ano, fomos mais uma vez assistir um filme ao ar livre na Somerset House (ano passado foi a vez de Slumdog Millionaire, lembram?), e dessa vez o escolhido foi Manhattan, do Woody Allen.

Chegamos cedo, pegamos lugar bom, fizemos pic nic e conversamos bastante (a Nara, a Débora e a Dri também foram), nem vimos as horas passarem. O filme começou pontualmente as 21:15, e, apesar de termos sentido uns chuviscos algumas vezes durante o filme, valeu muito a pena!
Essa é uma das coisas mais legais que fiz em Londres desde que cheguei aqui. Esse clima pin nic com cinema e amigos é muito bacana, e não sei se rola algo parecido em alguma outra cidade do mundo (em São Paulo tem filme ao ar livre no Jockey Clube né? Mas não rola pic nic!).

Eu tirei algumas fotos com o celular, mas essas duas eu peguei da Dri.

Uma noite de sexta feira

A história vocês já estão cansados de ouvir ler: várias brasileiras (e duas portuguesas!), blogs e encontros frequentes! Assuntos polêmicos, Pimm`s, batata frita... tipo assim, a fórmula perfeita!
Dessa vez nos encontramos no The Mayflower, em Rotherhithe. Sente só a vista:

A gente pode falar alto e chamar atenção, mas a gente é fina pra cacete. Fala sério: camarão, marisco, camembert...

E as jarras de Pimm`s apareciam do nada! Magicamente , quando uma acabava, aparecia outra! Ops...




Nada mal começar o fim de semana assim! Até a próxima!

Segundo semestre

E a segunda metade do ano chegou chegando! Ja tem tanta coisa programada - de trabalho e pessoaois - que tô vendo que daqui pra dezembro será um pulo! Eu já estou ansiosa para a chegada dos meus pais, as viagens que faremos juntos e particularmente quero ver a reação da minha mãe quando se tocar que aqui realmente faz frio (minha mãe não sente frio. juro.).

Essa primeira semana pós 3 meses full time foi muito boa. Dormi até mais tarde, agilizei as coisas aqui em casa e consegui começar algumas matérias que tenho que fechar até o fim de agosto. Não é fácil sentar a bunda na frente do computador em casa e trabalhar depois de estar acostumada com o escritório!

Falando em escritório, estive lá essa semana para trabalhar um dia, então nem rolou aquela sensação de que fui embora. Semana que vem estarei lá de novo, e assim as coisas caminham, os meses passam e jajá a gente coloca os casacos de novo!

Não basta fazer 30...

... tem que virar tia!

Estou aqui aguardando ansiosamente um foto do meu sobrinho (filho do irmão do Martin), que nasceu essa manhã em Johannesburg, na Africa do Sul!

Esse é um grande dia para a família Descalzi! Estou feliz!

Welcome Igor! Se você for bonzinho pode vir passar férias aqui com os seus tios ; )

O primeiro Dostoiévski

Ufa, finalmente acabei de ler "Uma Criatura Dócil". Pelo tamanho dele, demorei demais! Com o fim das idas diárias ao trabalho acabou o tempo que usava pra ler!

Olha, gostei mais ou menos... Bom, claro, mas achei minhas expectativas estavam altas! Mas agora não estou mais com "medo" de ler Crime e Castigo e vou pedir pro meu pai emprestar o dele no fim do ano! Achei o ritmo do livro bem parecido com "O Processo", do Kafka. Não, não estou ficando louca, mas é que tive a mesma sensação: pulei alguma página ou o é assim esquisito mesmo? Sabem? Alguém mais teve essa sensação lendo algum livro?

Vou agora mergulhar em um Nick Hornby! Não sei qual (pois comprei 3 esse fim de semana!), mas mais uma vez comento aqui quando terminar!

Modo vintage

Quem me segue no twitter (twitter.com/HeloRighetto) viu que eu passei a manhã de hoje em um lugar muito legal: uma feira de produtos e móveis vintage em Kempton Park.
Esse lugar fica na cidadezinha de Sunbury-on-Thames, em Middlesex (pertinho do county de Surrey). Como essa feira é bem famosinha entre os amantes de antiguidades e peças exclusivas, ela é bem cheia - não só de compradores, mas também de vendedores. E começa cedo, muito cedo! Eu saí de casa as 5 e meia da manhã, peguei 2 trens e uma carona, chegamos lá quase 7.
Fui com uma amiga do WGSN que precisava fazer pesquisa de estampas para desenvolver novas tendências, e ela sempre mergulha no vintage para produzir as coisas novas, acho isso muito legal: o velho que serve de inspiração para o novo!!
Eu tenho adoração por acessórios de decoração e mobiliário usado, com história. Até coisas meio kitsch me agradam também (vide minha coleção de bolas de vidro com neve), e pra mim o mais legal é poder misturar isso com coisas novinhas e mais modernosas, estilo Tok&Stok, Habitat e Ikea. Acho que a soma da produção em massa com antiguidade traz um resultado único e deixa a decoração com muita personalidade (lembram da minha mesinha de centro? Ela tem desenho dos anos 70!)
O legal também é o potencial que essas peças tem em se tranformar só com uma lixada e uma demão de tinta! Na hora que esse buffet/rack aí embaixo, queria trazer pra casa. Claro que não deu, mas volto lá muito em breve.. quem sabe né?
Pra quem não tem certeza em como colocar esse conceito em prática (podemos nesse caso também chamar de tendência), aconselho começar com peças decorativas: uma plaquinha , uma luminária, uma bandeja de prata, um vaso de vidro verde daqueles que a gente já não encontra mais... Esse tipo de coisa exige um conserto micro (as vezes) e torna-se super especial depois que a gente se dá conta da história por trás dele!

Claro, eu comprei algumas coisas né? Vou colocar cada uma delas em seu devido canto, fotografo e mostro aqui!

E sobre a feira todas as informações estão aqui nesse site!

F1

A grande maioria das minhas amigas não gostam muito de esportes (falando bem a verdade, não tem nem uminha que goste o tanto que eu gosto), e - talvez eu esteja sendo precipitada aqui - acredito que a maioria delas não sofreu a mesma influência que eu e minha irmã sofremos do meu pai. Olha, acho muito, mas muito bacana mesmo, que meu pai, mesmo nunca tendo um menino em casa, não desistiu e nos tornou em duas sports maniacs.


E juro, já cheguei a ser zoada por que gosto de esportes, acreditam (Ah, e o único menino lá do nosso time do trabalho, falou um dia assim: why would I need another guy here if I can talk football with Helow?) Pois é. Gosto de comprar roupas, bolsas e blushes, mas também gosto demais de saber os resultados do meu time - e xingar o time alheio - e espero ansiosamente pelas próximas Olimpíadas e os mais diversos mundiais.


Entre outros, a Fórmula 1 sempre teve lugar especial. Assistíamos aos treinos e corridas e chegamos a ir em Interlagos (acordamos as 4 da manhã e foi uma farra, me lembro exatamente do dia) nos idos dos anos 90. Porém, nos últimos anos eu andava meio sem vontade de ver as corridas. Até que nos mudamos pra cá.

Eu e o Martin adoramos a transmissão da BBC, e especialmente esse ano estamos manjando TUDO de Fórmula 1! BBC não é fraca não, conhecem tudo e todos e não há ninguém que não dê entrevista para eles. A cobertura começa uma hora antes da largada e é interessantíssima. Isso graças ao trio de apresentadores: o repórter Jake Humphrey, o ex piloto David Coulthard e o Eddie Jordan, que era dono de uma das equipes. Não só eles manjam muito como são engraçadíssimos (os modelitos usados pelo Eddie Jordan são geralmente motivo de chacota).


Tem vários vídeos do trio no You Tube (e oblog do Jake aqui), e eu recomendo muito pra quem gosta!


PS: não vou nem falar da decepção na corrida de hoje...

A hora do merchan, que hora mais feliz!

Eu sempre acabo fazendo meu merchanzinho básico lá no outro blog, mas né... eu tenho uma cacetada de blogs pra isso mesmo, me promover! Como faz um certo tempo que nao posto meus trabalhos aqui, la vai!

A última edicao da Revista B já está disponível online. Lá voce pode ler a secao que eu assino, a Desenho B. Dessa vez escrevi sobre a exposicao Sustainable Futures, que está rolando no Design Museum aqui em Londres.


E também já saiu a mais nova edicao da revista ABC Design. Essa é a segunda vez que colaboro com eles (nao tem versao online, entao vai na banca comprar!) e a pauta escolhida foi: designers que atravessam o limite entre arte e design.
As matérias do WGSN (nao todas) tenho colocado lá no meu site, assim como todas as outras.

Leiam e divulguem!!!

It`s Pimm`s o`clock

Eu sei que a gente fala o tempo todo que tomou um monte de Pimm`s e tal, e aí me toquei que não expliquei exatamente que bebida é essa. Afinal, só é famosa por essas bandas de cá! E o pior (ou melhor, sei lá) é que olhando assim você tem a impressão que é um chá gelado né?
Então, não é. Aí que mora o problema. Ela tem um gosto tão bom, tão fresquinho, que vai descendo. E vai, vai, vai. Aí quando você levanta (pra fazer xixi, claro, ou pra ir lá no bar pedir mais uma jarra - ou jug, como se fala aqui), percebe que tá, assim, meio tontinho.
A Pimm`s é uma bebida a base de gin, mas não é tomada pura não! O ideal é misturar uma parte de Pimm`s com três partes de lemonade (que pode ser Schwepps Citrus, Sprite ou algo assim), muito gelo e o melhor: frutinhas! A melhor parte, na minha opinião, são as frutas. O basicão inclui menta (ok, isso não é fruta), laranja e morango. Mas quanto mais, melhor! Tipo, colocar rodelas de pepino é também bem comum (pode soar estranho mais é bom demais!), assim como frutinhas vermelhas e pedaços de maçã.

Bom né? Fico imaginando o motivo da Diageo (a empresa que faz a Pimm`s) nunca ter levido ela para os trópicos. Mas enfim, provavelmente eles já devem ter pensado nisso.
Ah, peraí, muito importante: se você for ao supermercado vai encontrar vários tipos de Pimm`s. A que tomamos no verão (essa que acabei de falar) é a número 1. Os outros tipos não conheço bem, sei que tem uma que se bebe quente no inverno e tem gostinho de maçã.

Fica a dica então: veio pra Londres? Que cerveja o que, pede uma Pimm`s!

Ah, esse é o comercial que passa na TV durante o verão. Eu adoro!


Spartacus. Ou então,Ivan Vasiliev, casa comigo. Ou então, a crise de riso mais inapropriada ever.

Vamos então por partes.

Título 1: Spartacus
Fui hoje ver mais um ballet para colocar na minha coleção! Martin ia junto mas de última hora desistiu e a Col foi no lugar dele. E apesar de eu já ter um bom repertório de ballets vistos, esse era especial: era a compania Bolshoi se apresentando na Royal Opera House.

Sobre o ballet: claro, sou suspeita, achei lindo, maravilhoso. Mas o grande diferencial nessa coreografia é que o corpo de baile é predominantemente composto por homens. E a história gira em torno de um herói, ao invés da heroína/princesa/fada, que é o que acontece na maioria das vezes. Acho o espetáculo ideal para quem não tem muita paciência com delicadezas, música clássica com toque mais calmo e tutus brancos.

Esse ballet é forte, tem batidas diferentes (ouve-se muito os intrumentos de sopro, os pratos e os tambores), o figurino é atípico e até o cabelo das meninas é bem fora do comum. Mas continua sendo ballet clássico, que amo e acho perfeito.

Título 2: Ivan Vasiliev, casa comigo
Eu que geralmente não presto assim tanta atenção nos dançarinos homens (prefiro me concentrar nas meninas detonando na sapatilha de ponta), fiquei boquiaberta. Aliás, o público todo ficou. Gente, o que é esse cara saltando e fazendo piruetas diversas no ar? E tudo isso com uma leveza impressionante e controle absurdo dos movimentos. Era hipnotizante! Era ele no palco 70% do tempo, e colocou todos os outros bailarinos e bailarinas no chinelo.

Pra quem curte, aqui vai uma palhinha. Depois me fala se você não ficou com vontade de ir nos bastidores e dar um oi pro Ivanzinho hein? Se ele fosse meu marido eu ia falar o tempo todo: Ivanzinho, pula mais um pouquinho pra eu ver?


Título 3: A crise de riso mais inapropriada ever
Olha, fazia muito tempo que eu não tinha um ataque de riso assim. De chorar. De fazer aquele barulho com o nariz que parece que você está roncando. Mas não me lembro de ter sido tão inapropriado. O problema é que se eu explicar aqui não vai ter graça nenhuma, claro. Tinha que estar lá!

Mas imaginem aí duas doidas rindo enlouquecidamente, tentando manter o silêncio e fazendo de tudo pra parar de rir. Porque né? Não dá pra rir assistindo um espetáculo desses. Mas não foi culpa nossa, foi culpa do tonto atrás de nós que gritou "bravo"! E não se preocupem, só quem estava do nosso lado percebeu (e eles não sabiam se a gente estava rindo ou chorando). Nós somos finas.

O primeiro spa a gente nunca esquece

A Van (sócia no crime) descolou um cupom de desconto para umas horinhas no Six Senses Spa (que normalmente é carinho) e fomos hoje lá aproveitar nosso super momento relax, pagando 1/3 do preço.

Foi a primeira vez que fiz algo assim, e olha, não sei porque demorei tanto! Claro que é muito mais caro normalmente, mas é uma graninha bem gasta porque vale demais a pena. A gente teve direito a uma hora na "Thermal Suite" (foto acima), que incluia essa piscina hidromassagem deliciosa, vários tipos de saunas e uns chuveiros bacaninhas (sai água por todos os lados).

Depois rolou 25 minutos de massagem... quero mais! Muito bom! Eu NUNCA tinha feito massagem assim profissional! Demorou né?

Ah, como é bom uns luxozinhos assim de vez em quando...