Leitura: A Viagem do Elefante, José Saramago

Gracas a uma amiga que voltou pro Brasil depois de muitos anos morando em Paris, estou com uma colecao grande de livros do Saramago na estante (obrigada mais uma vez pela 'heranca', Dé!). Eu acho Saramago um genio, mas também nao gosto de absolutamente todos que li dele. O Memorial do Convento, por exemplo, foi abandonado antes da metade (isso já há alguns anos, gostaria de tentar de novo).

Mas enfim, terminei A Viagem do Elefante tem umas duas semanas e gostei muito, muito mesmo. Foi um dos últimos que ele escreveu (o penúltimo, se nao me angano) já em precárias condicoes de saúde. A história trata da viagem do elefante Salomao entre Portugal e Áustria, um presente do Rei de Portugal ao Arquiduque austríaco, no século 16.

É uma escrita cheia de nuances satíricas (bom, pelo menos eu achei) e passagens divertidas. Gostei particularmente das partes onde o narrador fala direto com o leitor, que nao sao poucas. Uma leitura até que rápida, aconselhável nao apenas para os fas do autor como também pra quem quer comecar a ler seu trabalho e nao sabe por onde.

Pausa

Ando numa daqulas pausas inspiracionais que acontecem sem meu controle - uma dó de não achar nada que me faça querer escrever aqui!

Devo voltar jajá, terminei um livro há uns dias e viajo nesse fim de semana : )

té mais!

Chitown

Estou mais uma vez em Chicago e pra minha sorte a feira esse ano coincidiu com o fim de semana do St. Patrick's Day, que é muito celebrado aqui. Pra se ter uma dimensao da festa, o Starbucks serve cerveja Guinness e o Chicago River é tingido de verde.

Como o 'tingimento' do rio ia rolar as 9:30 da manha e eu acordei as 6 por causa da diferenca de horário (Londres está 5 horas na frente), resolvi ir lá ver antes de ir pra feira. E valeu a pena! O rio fica verde mesmo, neon quase. Aqui umas fotos que postei no Instagram:



E como o dia amanheceu bem bonito, também aproveitei para ver o Cloud Gate mais cedo:
Chicago é mesmo incrível, e estar aqui pela segunda vez é muito bacana. Depois da feira terei uns dias para bater perna (preciso visitar umas lojas de design e decoracao) e explorar melhor algumas partes da cidade que nao consegui da outra vez.

O não inverno

Eu lembro que na faculdade (não lembro que matéria, mas era tipo segundo semestre, bem lá no começo), um professor passou um trabalho que era desenvolver uma não cadeira. A ideia é questionar a função do produto e ver o que acontece quando tiramos dele a única coisa que o faz 'ser'. Profundo né? Pois bem, lembrei do trabalho da não cadeira porque queria falar sobre o nosso inverno 2014: o não inverno.

O que acontece quando tiramos do inverno a única coisa que o faz ser inverno, ou seja, o frio (vale lembrar que estou falando de frio para os nossos padrões aqui hein, não para os padrões de clima tropical, onde 15 graus é frio)? A impressão que eu tenho é que estamos passando por um outono prolongado, onde vestir casacão é demais mas jaqueta jeans é de menos.

O inverno esse ano ficou marcado pelas chuvas, enchentes, deslizamentos e caos no sistema ferroviário. Trilhos destruídos por causa da ressaca do mar e pessoas que perderam tudo. Uma reação (ou melhor, não reação) patética do governo, que deu bola fora atrás de bola fora.

Esse é meu primeiro inverno aqui sem neve. E também o primeiro que usei luvas apenas uns 3 ou 4 dias. O gorro não saiu da gaveta e o cachecol teve que ser carregado na mão porque dava muito calor no meio do caminho. Vendo pela televisão as tempestades de neve na costa leste dos Estados Unidos, a gente ficou esperando o frio chegar aqui - será que ele vem? Eu acho que não. 

Estamos todos interpretando o não inverno como sinal de uma ótima temporada primavera/verão pela frente. Mas tenho meus receios: ano passado o inverno foi rigoroso, prolongado, e tivemos um verão incrível. Será que inverno ameno não significa um verão também ameno? Ai, bate na madeira!

A que ponto chegamos? ATUALIZADO!

Atualizacao: a Paddy Power retirou a aposta! Foram centenas de milhares de assinaturas e eles finalmente sucumbiram. Parabéns pra nós!
***
Aqui no Reino Unido existem várias casas de apostas, e é permitido jogar seu dinheiro fora, ops, apostar, em qualquer coisa: desde quantos gols um jogador vai fazer na partida até o nome do bebê real. Eu nunca parei pra pensar sobre o que acho disso, mas sempre notei - ao passar em frente a esse tipo de loja, já que infelizmente todos os bairros estão infestados com elas - a atmosfera deprimente lá dentro.

Hoje, finalmente eu formei minha opinião, ao receber o email para assinar uma petição no Change.org: uma dessas casas de apostas, a Paddy Power, está recebendo apostas sobre o julgamento de Oscar Pistorius. Sim, alguém achou razoável trivializar a morte de Reeva Steenkamp. Você escolhe: pode apostar na absolvição ou não dele, e dependendo do resultado leva dinheiro pra casa.

Como isso pode ser possível? Uma mulher foi assassinada e, independente do resultado do julgamento, a dor da sua morte continua entre sua família e amigos. 

Se você também acha isso um absurdo, por favor assine a petição, que pede que eles retirem a aposta e doem o dinheiro arrecadado até agora a uma instituição que ajuda mulheres vítimas de violência. 

No repeat: Everywhere, Fleetwood Mac

Nao sei exatamente o porque, mas essa música me faz pensar em férias. Dirigindo um carro conversível numa estrada na montanha e o oceano lá embaixo.

Bom, no meu atual nível de stress qualquer coisa fora do escritório me faz pensar em férias.

Boa sexta feira!

Leitura: The Metamorphosis, Franz Kafka

Ler Kafka nunca é simples (pra mim): eu sempre acho que nao entendi a mensagem, que tem alguma coisa 'escondida' na história que eu nao entendi. E essa foi a primeira vez que li Kafka em ingles, entao fiquei ainda mais receosa.

Dito isso, gostei do livro e achei (apesar da situacao surreal) até fácil de ler, muito mais fácil que O Processo, por exemplo. 

Daqui pra frente, antes de eu reclamar ao acordar pela manha, serei grata por nao ter me transformado em um inseto gigante.

Esse livro comprei na 'Franz Kafka Bookstore' em Praga, a qual incluí no roteirinho Kafkiano que fizemos quando fomos pra lá. 

Dois em um

Dois dos sete quadros de girassóis pintados por Van Gogh estão expostos lado a lado na National Gallery aqui em Londres - um deles faz parte do acervo e o outro está emprestado pelo Museu Van Gogh de Amsterdã.

Como está todo mundo curioso para ver a dupla, a National Gallery organizou uma fila, garantido assim que não role aquele acotovelamento básico em frente as obras. A fila anda rápido - fomos hoje, em pleno domingo, e esperamos apenas 30 minutos. 

Vale lembrar que para todo o restante do museu não tem fila nenhuma!

Os dois girassóis ficam juntos até 27 de abril, quando o 'primo' de Amsterdã volta para sua casa. Então corra!

Leitura: Desonra, JM Coetzee

Acabei há uns dias o Desonra, da leva que trouxe do Brasil em agosto. É um livro ótimo (eu não sia que o Coetzee ja ganhou o Nobel da literatura), mas como disse uma amiga, é um soco no estômago. Trata-se da história de David Lurie, professor universitário na Cidade do Cabo que abandona a profissão depois de envolver-se com uma aluna e então vai passar uma temporada com sua filha, que toca uma fazenda no interior da África do Sul.

O que mais gostei nesse livro é como não há desperdício de palavras, nada de enrolação ou histórias paralelas inúteis, como no ultimo livro que li antes desse. Nada me irrita mais do que divagações que não levam a lugar nenhum. Fácil de ler, mas como falei acima, pode ser difícil digerir.

Friends: um intensivo

Ultimamente tenho conhecido umas pessoas ~mais jovens~ que estão destruindo um legado importantíssimo da minha geração: Friends. Essa turma que tem 20 e poucos anos não acompanhou a melhor série que a televisão americana produziu durante toda a existência humana, o que me faz pensar no risco que estamos correndo, de não passarmos adiante as expressões de Friends que incorporamos no nosso dia a dia.

(pausa pra falar: sempre que meus pais vem me visitar, meu pai vê que tá passando Friends na tv e fala - vocês ainda assistem essa série?)

Então pensei: "finalmente chegou a hora de eu fazer algo útil com o meu blog". Aqui estão alguns momentos icônicos de Friends, para você meu jovem leitor não fazer cara de paisagem quando numa conversa com a turma pra cima dos 30 alguém falar: "Aaaaah, Unagi" (colocando os dedos médio e indicador na lateral da testa).

Claro, esse é apenas um intesivão com 8 momentos. Aconselho ligar pro seu amigo de 30 e poucos e pedir o box com os DVDs das 10 temporadas emprestados.

Lição 1: How you doin'?
Quem ensina: Joey




Lição 2: Unagi (ou então, 'salmon skin roll')
Quem ensina: Ross




Lição 3: THIS IS BRAND NEW INFORMATION!
Quem ensina: Phoebe




Lição 4: My eyes! My eyes!
Quem ensina: Phoebe




Lição 5: Pivot! Pivot!
Quem ensina: Ross




Lição 6: Oh. My. God
Quem ensina: Janice




Lição 7: They don't know that we know they know we know
Quem ensina: Phoebe, Rachel, Monica e Chandler




Lição 8: We were on a break
Quem ensina: Ross



Veja, reveja e passe o conhecimento para frente!

Heidelberg em 1 minuto

Não é sempre que consigo conciliar viagens a trabalho com lazer, mas dessa vez deu certo! Chegamos em Frankfurt sexta feira a noite e no sábado pegamos um trem rumo a Heidelberg, uma cidade que eu queria conhecer desde 1990 (isso mesmo, mas em outro post eu explico melhor...).

Foi um dia delicioso batendo perna por lá, e voltamos pra Frankfurt sábado a noite esgotados. O Martin usou uma ferramenta do Google pra fazer um video de um minuto que resume bem o nosso dia lá, gostei tanto do resultado que resolvi colocar aqui.:


Agora, domingo a noite, Martin já voltou pra Londres e eu estou aqui me preparando psicologicamente pra encarar mais uma feira amannhã. Mas a ideia de vir um fim de semana antes foi muito boa, espero conseguir repetir mais vezes!

Dirigindo

Pois então que desde o fim do ano passado estamos motorizados! Não, não compramos carro, mas o Martin tirou carteira de motorista (não é possível simplesmente usar a nossa.... tem que passar por todo stress de auto escola, prova teórica e prova prática novamente) e resolvemos aderir ao Zip Car, um "clube de carros" que dispõe de vários veículos espalhados pela cidade inteira.

Então, pagando uma taxa anual, podemos alugar esses carros por hora, dia ou semana. Claro, pagamos além da taxa o tempo utilizado, mas o combustível é gratuito (basta usar o cartão que está dentro do carro). É uma mão na roda - tem um carro estacionado aqui na garagem do nosso prédio (pelo que entendi é obrigatório ter pelo menos uma vaga para esse tipo de esquema) e outro a cinco minutos daqui, na rua ao lado. Fazemos a reserva pelo site e é só pegar o carro na hora combinada. Uma mão na roda.

Estamos tentando fazer pelo menos um passeio diferente por mês - ir a lugares onde é mais chato chegar de transporte público. Por exemplo, pubs que ficam no meio do nada, ou museus menores em vilarejos que não tem estação de trem. 


Ano passado visitamos a casa onde viveu Charles Darwin, e semana passada visitamos a cada onde Jane Austen passou seus últimos 8 anos de vida. Também conhecemos 2 pubs maravilhosos, um no condado de Kent e outro em Hampshire. Claro, temos pubs incríveis em Londres, mas os pubs do interior são sensacionais: históricos, aconchegantes, com boa comida e ótimo serviço. É uma atmosfera muito diferente do que vemos em Londres, e a uma distância tão curta.

Leitura: The Goldfinch, Donna Tartt

Meu primeiro livro de 2014 nao me convenceu. Uma pena, porque levei um mes pra terminar as 771 páginas. E por que eu simplesmente nao abandonei a leitura quando percebi que nao era pra mim? Porque eu gostei do comeco. Achei que a história seria incrível, mas lá pelo meio ficou meio chato - e aí já era tarde demais pra desistir. Poxa, já tinha lido 500 páginas, queria saber o final.

Eu nunca linha lido nada da Dona Tartt, e por aqui esse livro tá bombando. Como falei, o resumo da história faz parecer que é muito, muito interessante: um menino e sua mae estao no museu, que sofre um atentado terrorista. A mae morre, o menino - em meio ao caos - pega um quadro e leva pra casa, achando que está fazendo uma coisa boa ao tirá-lo do meio da sujeira. E o quadro vai ficando, o menino vai crescendo....

Uma pena que o menino vai crescendo e torna-se um adolescente e um homem adulto muito chato, de personalidade fraquíssima e que nao consegue nunca expor o que pensa, muito menos colocar em prática. Até o possível romance é chatissimo, e diria até, inútil. O casal "herói" é um fracasso e nao contribui em nada para o desenrolar da história.

Mas como eu disse o livro está fazendo muito sucesso - pode nao ter sido bacana pra mim mas certamente eu sou a do contra nesse caso.

Velha ou expatriada?

Como eu vim morar em Londres perto dos meus 30 anos (28 e meio pra ser precisa), uma época que geralmente é marcada pelo ~amadurecimento~ da pessoa, as vezes me pego pensando se certas mudancas na minha personalidade/estilo de vida iriam acontecer de qualquer maneira se eu continuasse morando em Sao Paulo ou se sao resultado da minha experiencia como expatriada.

Entao vou lancar uma enquete (que provavelmente ninguém vai responder pois ando falando sozinha por aqui), pare tudo que voce está fazendo e me diga: velha ou expatriada?

Em Sao Paulo: sabia o nome de todo mundo no trabalho e era bastante social
Em Londres: só guardo o nome das colegas mais próximas e fujo de happy hours ou eventos
Velha ou expatriada?

Em Sao Paulo: sabia o nome de todos os jogadores do Santos e sempre estava a par de resultados
Em Londres: nao sei o nome de nenhum jogador e meu pai tem que me avisar quando estamos bem ou mal
Velha ou expatriada?

Em Sao Paulo: disposta a conversar com gente que acabei de conhecer e aumentar o cículo de amizades
Em Londres: preguica de conhecer gente nova, grupo de amigos próximos muito pequeno
Velha ou expatriada?

Em Sao Paulo: qualquer detalhe ou devaneio do meu dia vinha parar nesse blog
Em Londres: antes de escrever qualquer coisa penso "who gives a fuck?"
Velha ou expatriada?

Em Sao Paulo: aquela dificuldade de falar nao e depois ter que me desdobrar pra agradar quem pediu o favor
Em Londres: nao na ponta da língua
Velha ou expatriada?

(pensando bem, eu deveria incluir outra opcao nessa enquente: velha, expatriada ou casada há muito tempo com o Martin?)

As pequenas pendencias

(usando teclado sem acentos)

Uma das coisas que quero fazer em 2014 é lidar com as pequenas pendencias mais rapidamente. Por exemplo, as portas da geladeira e do freezer nao estavam fechando direito, isso já tem 6 meses e finalmente essa semana fui correr atrás de repor as dobradicas. A nossa micro área de servico (nao é bem uma area de servico, é um armário embutido com a máquina de levar roupa dentro) é uma zona, tudo empilhado em cima da máquina ou enfiado no espaco que tem no chao. Estamos falando há uns 2 anos "temos que colocar umas prateleiras aqui", é só sentar na frente do computador e comprar as benditas prateleiras. 

Interessante como as vezes sou mais prática pra encarar projetos maiores, coisas muito mais trabalhosas, mas vou adiando pendencias tao simples, como passar fotos do celular para o álbum no Picasa. 

Tao simples, mas tao complicado.

Londres, 1896

"The chief object of the Handbook for London is to enable the traveller so to employ his time, his money, and his energy, that he may derive the greatest possible amount of pleasure and instruction from his visit to the greatest city in the modern world."

É esse o primeiro parágrafo de um livro muito especial, um guia de Londres publicado em 1896. Já seria algo muito especial, mas o que o torna ainda mais legal é que foi um presente enviado por uma amiga com a qual divido muitas afinidades, o amor pelo que é antigo é uma delas. 

Ganhar presente é uma delícia, mas pensar que alguém pensou em você em um momento qualquer - sem ser aniversário, Natal ou qualquer data comemorativa - faz o presente ser ainda mais prazeroso. 


É muito interessante dar uma lida e notar que, ao mesmo tempo que muita coisa evoluiu, outras tantas são iguais. Por exemplo, se a tabela com horários dos trens parece mesmo que tem mais de cem anos, as dicas para aproveitar melhor a visita a Westminster Abbey podem ser usadas ao pé da letra.






Ah, como seria bom se o correio só trouxesse coisas assim! Ana, muito obrigada!

Jane Eyre e Gin Eyre

Ganhei de Natal do Martin um livro de receitas de biritas inspiradas em livros clássicos - até agora não entendi se ele me acha culta ou pinguça.

Mas enfim, os nomes das bebidas fazem trocadilhos com os títulos literários, começando pelo nome do próprio livro: Tequila Mockinbird ("To Kill a Mockingbird"). E por aí vai: Moby-Drink, Rye and Prejudice, Gone with the Wine, etc etc etc.

Aí que essa semana fizemos a primeira receita, inspirada em Jane Eyre (que eu li recentemente) e que tem o ótimo nome de Gin Eyre. Ficou bom viu? Quem gosta de gin&tonic tem que experimentar.

A receita (vai em inglês porque sou muito preguiçosa, mas tá fácil hein, até Google Translate quebra essa):

8 raminhos de menta lavados
60 mil de gin (o livro fala gin inglês)
30 ml de suco de limão
1 1/2 colher de chá de açúcar
Uma "pitada" de licor de laranja (esse é difícil traduzir, no livro está "2 dashes of orange bitters")

Coloque os ingredientes em uma coqueteleira com gelo, e a dica é colocar a menta antes de todo resto. Misture bem e use uma peneira para colocar no copo.

Gostou?

A quinta edição da revista Aprendiz de Viajante está no ar!

Saiu! Um ano após nossa primeiríssima revista, lançamos a quinta edição - estou super feliz que chegamos até aqui. 

Bom, essa edição é especial porque Londres está na capa, junto com Paris. Escrevi uma matéria gigante, com roteiro de 5 dias na cidade (que tem um monte de dicas extras, links para mapas e curiosidades ao longo do texto), lista de restaurantes e 10 lugares para ver Londres do alto. Melhor ainda ter a foto do Big Ben, que estampa a capa, tirada pelo meu grande amigo e talentoso fotógrafo Filipe Xavier.


Relembrei minha viagem a Edimburgo com a matéria "10 coisas para ver em..." e dei pitacos na matéria de Paris e Nova York.

Também assinei minhas seções: produtos de viagem, souvenirs de viagem (com a coleção de canecas da Clarissa) e entrevistei a Teté Lacerda, que está dando a volta ao mundo.

E claro, tem ainda muito mais: matérias escritas com colaborações de outros blogueiros e colaboradores, com muitos destinos de inverno, incluindo lugares para ver Aurora Boreal e esquiar.

UFA! Tem leitura pra um mês aí hein?

Quem já baixou as edições anteriores da revista deve ter recebido um email com as instruções para download - se você ainda não conhece nossa revista, acesse esse link e veja como é fácil. Vale lembrar que é gratuita!!!

Claro que produzir uma revista dá um trabalho danado - mas fazemos com amor. É uma produção 100% independente, que conta com o nosso esforço e colaboração de muita gente que abre mão do seu tempo para escrever matérias exclusivas.

Então gente, baixem lá! E divulguem!

Para quem quiser nos acompanhar por aí: leia o blog, curta nossa página no Facebook (estamos chegando a 70 mil likes!), e siga-nos no Instagram. 

Quero desograr

Esse comercial que está sendo veiculado aqui no Reino Unido da agência de viagens Thomson é sensacional - eu paro pra ver toda vez, acho que eles acertaram em cheio.

Porque todos nós nos sentimos ogros as vezes, certo?

Simon, meu amigo, te entendo. Contando os dias para umas fériazinhas.

Instagram em estatísticas

Descobri o Statigram há poucos dias, quando um monte de gente que eu sigo no Instagram começou a postar um videozinho com as fotos mais populares de 2013. Fui lá ver do que se tratava, e achei bem bacana como eles tranformam os "likes", comentários e postagens em estatísticas.

Hoje recebi esses infográficos por email:







Também recebi um email com mais informações interessantes, como qual dia da semana que posto mais e que horários que as pessoas costumam dar "like" nas fotos. 

Cada vez mais me interesso pelo Instagram, e tenho usado ele muito já que além da minha conta pessoal eu posto também para o Aprendiz de Viajante (junto com a Claudia) e para o Homebuildlife.

PS: adorei o fato de que o perfil que mais dei like nos últimos dia foi o de um cachorro : )