Retrospectiva

A exemplo da Claudia, vou tentar fazer uma retrospectiva desse ano. Sei que o blog está cheio de fotos e com poucas notícias, mas mesmo assim, lá vai:
O ano não poderia ter começado melhor... Nós em NY



Fim de semana seguinte: praia (a última vez que fomos pro apê no Guarujá, que foi vendido logo em seguida). A cabeçudinha linda querida foi com a gente.
Páscoa: viagem com meus pais. Fomos levar o Martin pra conhecer o sul de Santa Catarina. A cidade que meu pai nasceu, e de quebra: Garopaba.
Show do Jota Quest, em maio.. Maravilhoso !!!!!
Também em maio, comecei a trabalhar na T&S. Pessoas ótimas, o trabalho que eu estava buscando. Poucos meses antes de me formar !!!!!
Enfim, a colação de grau. Meus pais vieram um dia e voltaram no outro, só pra ver se era verdade mesmo !!!! Antes tarde do que nunca !!!!
E a festa foi em agosto, a MINHA festa finalmente !!!! Fui na de todos dessa foto aí embaixo, e ainda muitas outras....
Pulando pra novembro: a primeira viagem com os amigos do trabalho (tenho um trabalho que gosto muito e de quebra ainda arrumei um monte de amigos !!), fomos pra BH, no casamento da minha vizinha de mesa.
E o ano está acbando muito bem também. A única coisa ruim foi a ausência da minha irmã e do meu cunhado, mas acredito que em poucas semanas eles chegam. Gabriela, vou comprar um liquidificador só pro Leo hein????

Amanhã estou de folga (amo quem inventou o banco de horas), e o Martin vai tentar sair mais cedo, pra pegarmos a estrada o mais rápido possível. Tô muito ansisosa pra conhecer Paraty !!!!

Natal

Nosso Natal foi ótimo. Só nós, meus pais e os pais do Martin. Fizemos aqui em casa mesmo; rolou muita comida boa, presentinhos, espumante....


E essa foto tirei ontem, da varanda aqui de casa. Arco íris depois da chuva

Trabalhar essa semana não tá nada fácil... Chega sexta feira !!! Rumo a Paraty

A lenda da cereja

A Maior Mentira do Mundo - 11/11/2004
Na infância acredita-se em muitas coisas. No Papai Noel, no coelhinho da Páscoa e na virgindade da Angélica. Eu, além disso, também acreditava na propaganda. Ia até a padaria, comprava um Suflair, colocava em cima da mesinha da sala, e ficava sussurrando "suuuuflaaair" repetidas vezes, mas o chocolate nunca flutuava. Problema de entonação, não tenho dúvidas. A moça da televisão sabia cantar certinho, e funcionava. Entonação.
Essas coisas todas, aprende-se mais tarde, não passam de invenções para convencer as crianças a serem boazinhas o ano inteiro (eu nunca fui, mas a indulgência vinha mesmo assim), ou convencê-las a comprar o produto certo. As mentiras, grandes como elas são, chegam ao ponto de inventar um velho barbudo maníaco por dar presentes, um coelhinho com problemas proctológicos, e o Programa Espacial Brasileiro.
Porém uma certa mentira se mantem geração após geração sem sequer ser notada. Uma mentira grande demais, mesmo para um namorado da Angélica. A verdade é reveladora, leitor. Esta verdade pode ser, inclusive, perigosa. Eu mesmo temo pela minha segurança. Se algo acontecer a mim (um raio, ganhar na loteria, ter um rim falho) podem ter certeza: foi por revelar a verdade. Se você quiser se proteger disso, por favor, não leia. Vá comprar ovos de páscoa, que causam, no máximo, cáries. Melhor uma mentira inofensiva que uma perigosa. Mas a escolha é sua.
Pare agora, ou prepare-se para sofrer as conseqüências. Pois bem, a escolha foi sua. Lá vai. Você já comeu cereja? Sim, aquelas coisas que vêm sobre os bolos. Cerejas. Crianças adoram cerejas. Elas são doces, vermelhas, e cheias de calda. Todos imaginam que essa calda doce e translúcida seja feita industrialmente, claro. De certa forma, talvez o processo seja parecido com o dos pêssegos em calda. Pêssegos em calda, cerejas de bolo em calda. Certo?
Errado. Essas não são cerejas de verdade. Essas "cerejas" confeitadas são de... bem... er... como dizer? Imagine uma coisa que você não comia, absolutamente, na infância. Na verdade, nenhuma criança come, sábia que é. Descobriu?
Sim, chuchu. Chu-chu. Pegam aquela coisa verde, nojenta e cheia de água para transformar, com glicoses e aromatizantes mil, na sensual cereja. A cerejinha que coroa o sorvete é, na verdade, o chuchuzinho do sorvete. A luta pelas bolinhas vermelhas do bolo é, afinal, uma luta para ver quem come mais chuchu.
Crianças se digladiando nas festas por chuchu. Chuchu! Que louco sádico inventaria tal artimanha? Como puderam nos enganar tanto tempo? É um absurdo! A humanidade está perdida. Como confiar agora nos concursos de misse, no sorteio dos times para a Copa do Mundo, na paz entre os homens?
Mas esperem. Talvez ainda exista alguma esperança. Se der certo, é claro. Tentem comigo. Encha os pulmões e sussurre: Suuuuuuflair...

Mais Belorizonte uai

Niemeyer em BH
Nós em BH

Adoro essa foto. Estava fazendo um filminho de um amigo, e não me aguentei de tanto rir. Eu amo rir, mas aquelas gargalhadas de chorar, de não conseguir falar.
Abaixo, o motivo da gargalhada.

Produtos

O tempo foi passando e esqueci completamente de colocar aqui fotos de alguns produtos meus que já estão nas lojas T&S. Essa é uma linha de acessórios de escrivaninha, para meninas (óbvio!!).

Porta retrato


Porta papel

Porta lápis

Porta clips

Lixeira

Caixa arquivo

Aparador de livro

Já tem várias outras coisas disponíveis,e eu continuo trabalhando bastante. Muito bom ver o produto final nas prateleiras, sendo vendido, fazendo sucesso !!!!

Coisas que acontecem perto do Natal

Coisa boa:
Um amigão nosso reencontrou o pai depois de 40 anos sem nenhuma notícia. Quem tiver curiosidade, tem uma notinha na última revista Veja, acho que na página 42. Se Manoel Carlos descobre, vira novela !!!!

Coisa ruim:
Minha irmã não vem mais esse ano. Long story short, meu cunhado fraturou a mandíbula e precisa ser operado. Estamos muito chateados, mas pelo menos ele está bem (poderia estar inteiro quebrado). Preferida, beijos para você e para o Leo, melhoras.

Weekend update

Pra quem mora em SP, dica: Happy Bazar, na R. da Consolação, entre as Alamedas Franca e Tietê. Estive lá no sábado.... vale a pena !!! Boas marcas, lindas roupas, preço acessível. Vai até dia 17/12.

O fim de semana foi cheio de eventos, muito gostoso. Pena já chegou aquela hora deprimente do domingo....

Assim assim

Andamos meio sem novidades... esse ano foi tão cheio de coisas boas que agora tá tudo mais calmo !!!! A espera agora é para a chegada da minha irmã, a comemoração de Natal, a viagem do ano novo. Preciso fazer uma retrospectiva 2006, com a minha listinha das 100 coisas (alguém lembra?), e muitos outros fatos que aconteceram em 2006.

E essa semana começam as comemorações. Eu e o Martin temos as festinhas do trabalho, eu na semana que vem tenho a do meu departamento, e até antes do Natal espero encontrar os mais chegados.

Bueno, por enquanto é só...

Ausentes

O blog anda meio sem atualizações né??? Não consegui contar nem da viagem a BH... foi uma semana corrida, tivemos uma mini reforma no apê, mas agora já acabou !!! Vamos voltar aos posts frequentes... jájá !!!!

post by Heloisa

A melhor música de todos os tempos

Fala aí se não dá muuuuita vontade de dançar !!!!!!!!!!!!! Amei !!!!!!
A Banda é engraçadíssima, estilinho anos 80 !!!! Alguém conhece alguma coisa sobre o Sissor Sisters????

Amigos em BH

Foi a primeira viagem com a turma do trabalho !! Aqui, o motivo da viagem: a festa de casamento

Eu e Rogerio !

Definitivamente, ess foi o ano que eu me apaixonei pelo Jota Quest. 2 shows, e uma foto !!! Valeu o atraso do vôo na ida para BH.

Saudades de BH

O fim de semana foi bom demais, sô.
Deixo um textinho sobre o sotaque mineirim, depois escrevo mais...

Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse tanta conta para pagar, tantos processos - oh sina - para analisar, eu fundaria um partido cuja luta seria descobrir as falas de cada região do Brasil.

Cadê os lingüistas deste país? Sinto falta de um tratado geral dos sotaques brasileiros. Não há nada que me fascine mais. Como é que as montanhas, matas ou mares influem tanto, e determinam a cadência e a sonoridade das palavras?

É um absurdo. Existem livros sobre tudo; não tem (ou não conheço) um sobre o falar ingênuo deste povo doce. Escritores, ô de casa, cadê vocês? Escrevam sobre isto, se já escreveram me mandem, que espero ansioso.

Um simples" mas" é uma coisa no Rio Grande do Sul. É tudo menos um "mas" nordestino, por exemplo. O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar, sensual e lindo (das mineiras) ficou de fora?

Porque, Deus, que sotaque! Mineira devia nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso? Assino achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Certa vez quase propus casamento a uma menina que me ligou por engano, só pelo sotaque.

Mas, se o sotaque desarma, as expressões são um capítulo à parte. Não vou exagerar, dizendo que a gente não se entende... Mas que é algo delicioso descobrir, aos poucos, as expressões daqui, ah isso é...

Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem, sabe-se lá por que, abandoná-las no meio do caminho (não dizem: pode parar, dizem: "pó parar". Não dizem: onde eu estou?, dizem: "ôndôtô?"). Parece que as palavras, para os mineiros, são como aqueles chatos que pedem carona. Quando você percebe a roubada, prefere deixá-los no caminho.

Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem - lingüisticamente falando - apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não.

Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço. Pouco importa que seja um juiz, um jogador de futebol ou um ator de filme pornô. Se der no couro - metaforicamente falando, claro - ele é bom de serviço. Faz sentido...

Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: "cê tá boa?" Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa, é como perguntar a um peixe se ele sabe nadar. Desnecessário.

Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: - Mexe com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc).

O verbo "mexer", para os mineiros, tem os mais amplos significados. Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício.

Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. Sôcê (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz:

- Aqui, não vou dar conta de chegar na hora, não, sô.

Esse "aqui" é outro que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção: é uma forma de dizer, olá, me escutem, por favor. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras não dizem "apaixonado por". Dizem, sabe-se lá por que, "apaixonado com". Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: "Ah, eu apaixonei com ele...". Ou: "sou doida com ele" (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas com alguma coisa.

Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de bonitim, fechadim, e por aí vai. Já me acostumei a ouvir: "E aí, vão?". Traduzo: "E aí, vamos?". Não caia na besteira de esperar um "vamos" completo de uma mineira. Não ouvirá nunca.

Na verdade, o mineiro é o baiano lingüístico. A preguiça chegou aqui e armou rede. O mineiro não pronuncia uma palavra completa nem com uma arma apontada para a cabeça.

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas. Por exemplo: em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer:

- Eu preciso de ir.

Onde os mineiros arrumaram esse "de", aí no meio, é uma boa pergunta. Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe. Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório. Deixa eu repetir, porque é importante. Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum. Entendam... Você não precisa ir, você "precisa de ir". Você não precisa viajar, você "precisa de viajar". Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará:

- Ah, mãe, eu preciso de ir?

No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um tanto de coisa. O supermercado não estará lotado, ele terá um tanto de gente. Se a fila do caixa não anda, é porque está agarrando lá na frente. Entendeu? Deus, tenho que explicar tudo. Não vou ficar procurando sinônimo, que diabo. E não digo mais nada, leitor, você está agarrando meu texto. Agarrar é agarrar, ora!

Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará:

- Ai, gente, que dó.

É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras. Eu aviso que vá se apaixonar na China, que lá está sobrando gente. E não vem caçar confusão pro meu lado.

Porque, devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro "caça confusão". Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele "vive caçando confusão".

Para uma mineira falar do meu desempenho sexual, ou dizer que algo é muitíssimo bom (acho que dá na mesma), ela, se for jovem, vai gritar: "Ô, é sem noção". Entendeu, leitora? É sem noção! Você não tem, leitora, idéia do tanto de bom que é. Só não esqueça, por favor, o "Ô" no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?

A propósito, um mineiro não pergunta: "você não vai?". A pergunta, mineiramente falando, seria: "cê não anima de ir"? Tão simples. O resto do Brasil complica tudo. É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem...

Certa vez pedi um exemplo e a interlocutora pensou alto:

- Você quer que eu "dou" um exemplo...

Eu sei, eu sei, a gramática não tolera esses abusos mineiros de conjugação. Mas que são uma gracinha, ah isso lá são.

Falando em "ei...". As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o "ei" no lugar do "oi". Você liga, e elas atendem lindamente: "eiiii!!!", com muitos pontos de exclamação, a depender da saudade...

Tem tantos outros... O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras.

Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. Se você, em conversa, falar:

- Ah, fui lá comprar umas coisas...

- Que' s coisa? - ela retrucará.

Acreditam? O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o que.

Ouvi de uma menina culta um "pelas metade", no lugar de "pela metade". E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa, confidenciará:

- Ele pôs a culpa "ni mim".

A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas... Ontem, uma senhora docemente me consolou: "preocupa não, bobo!". E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras. nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: "não se preocupe", ou algo assim. A fórmula mineira é sintética. e diz tudo.

Até o tchau. em Minas. é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: "tchau pro cê", "tchau pro cês". É útil deixar claro o destinatário do tchau. O tchau, minha filha, é prôcê, não é pra outra entendeu?

Deve haver, por certo, outras expressões... A minha memória (que não ajuda muito) trouxe essas por enquanto. Estou, claro, aberto a sugestões. Como é uma pesquisa empírica, umas voluntárias ajudariam... Exigência: ser mineira. Conversando com lingüistas, fui informado: é prudente que tenham cabelos pretos, espessos e lisos, aquela pele bem branquinha... Tudo, naturalmente, em nome da ciência. Bem, eu me explico: é que, características à parte, as conformações físicas influem no timbre e som da voz, e eu não posso, em honrados assuntos mineiros, correr o risco de ser inexato, entendem?

LOST

Eu adoro LOST. Vejo todos os capítulos, o Martin baixa no dia seguinte que passa nos States. Uma época até tentei seguir a comunidade do orkut, mas o povo é tão noiado, tão obcecado, tão cheio de dúvidas absurdas, que desencanei. Vi essa reportagem no UOL, propondo algumas respostas a todos os mistérios. Achei bem engraçado, porque dá uma sacaneada nesse pessoal obcecado.

- A ilha só existiria na cabeça do Hurley, que tem problemas psiquiátricos e andou vendo gente que não existe (não?);
- A ilha só existiria na cabeça do Charlie que, viciado em heroína e deprimido com o fracasso de sua banda de rock na Inglaterra, teria passado a ter alucinações bem doidas;
- Libby, que fica pouco tempo na ilha, mas aparece em pelo menos dois flashbacks, seria a filha de um milionário que resolveu armar uma espécie de "reality show" para a filha, que também tem problemas psiquiátricos (afinal, ficou internada na mesma clínica que o Hurley, lembra?)
- Alguma rede de televisão teria derrubado o avião de propósito e colocado um monte de "pegadinhas" na ilha só para pirar os sobreviventes e elevar a audiência;
- Todos os sobreviventes, como vimos nos flashbacks, têm algo em seu passado que os persegue, parecem fugitivos. Será que teriam programado um suicídio coletivo?

- Alguém no avião era um terrorista que tinha de derrubar o avião sobre algum alvo nos EUA mas, como vemos, sua operação é um flop total;
- Aliás, por que tanta gente sobreviveu? De que tamanho era essa bendita aeronave?
- A ilha se descolou da Terra, como num romance de Julio Verne, daí as alterações de tempo, espaço, temperatura etc;
- Estão todos mortos, e a ilha é o purgatório, sobre o qual estaríamos vendo uma espécie de documentário;
- Os portugueses que aparecem numa embarcação, no final da segunda temporada, são descendentes de Cabral, obcecados há várias gerações de que existe, sim, um outro caminho possível para as Índias;
- Rodrigo Santoro é o verdadeiro protagonista de "Lost", salvará a todos e explicará o mistério da série; em seguida, o Brasil será hexacampeão do Mundo, o próximo conclave escolherá um papa tupiniquim e tudo isso será narrado por um Galvão Bueno extasiado

Evento

Hoje tem entrega do prêmio de design universitário Tok&Stok lá no Museu da Casa Brasileira !! Quem gostar do assunto, apareça !!


Me and myself

Estou sozinha em casa... o Martin viajou ontem pra Buenos Aires, e só volta na sexta.
Eu aproveitei que tinha algumas horas de crédito aqui no trabalho e saí no meio da tarde pra dar tchau pra ele. Nunca tinha ficado sozinha no apê... tadinha de mim !!!!

E semana que vem, pó pra que te quero !!!! Vamos fazer uma mini reforma lá em casa, pra receber as visitas no Natal. Nada demais, só uma moldurinha de gesso e pintura nova. Visita merece né???

post by heloisa

Fazendo Fotossíntese

Na piscina, no feriado

Quinta com cara de Segunda

O feriado foi ótimo, aproveitei muito o dia. A Dani foi lá pra casa e, com o dia lindo que fez, fomos torrar um pouquinho na beira da piscina.

Ando meio sem novidades, mas com saudades de postar.
Nem chegamos em dezembro e já estou participando de dois amigos secretos... adoro !!!!
Vou verse consigo embalar no trabalho agora... difícil !!!!

post by Heloisa


Fiesta !

Ja foram confirmadas as festas de fim de ano nos nossos trabalhos. A pena é que caem justo no mesmo dia, senão dava para a Lô ir na festa do banco :(
Dia 7 de Dezembro ... fiesta de arromba !

Paraty - RJ

É esse o lugar das fotos, e é onde vamos passar o ano novo !!!!
Dicas são bem vindas !!
Nossa pousada fica na praia do Jabaquara, perto do centro histórico.
Depois eu volto...